sábado, 29 de setembro de 2012
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
domingo, 23 de setembro de 2012
Os meus wannabe´s(cozinhados)
Eu costumo dizer que não gosto de cozinhar, que um dia que um homem queira fazer parte ativa e constante da minha vida terá que trazer esse maravilhoso extra: saber cozinhar e gostar de o fazer(quase que parece que falo de um qualquer carro).
Ora o facto de eu não gostar de cozinhar não implica, de modo algum, que eu não saiba! Pois, porque eu sei. Aliás, quando quero, sei fazer de tudo. Falta sempre é essa coisa muito chata, a vontade.
No entanto, a vida tem momentos solitários, momentos de fome e principalmente, os mais difíceis, momentos desesperados. Foi o que se passou este fim de semana.
Este fim de semana, tal como muitos que se irão suceder até ao famigerado junho, em que me porei na alheta, vi-me, não só sozinha, como com vontade de comer qualquer coisa que não havia à venda no fórum. Então,lembrei-me de um prato que uma ex colega de casa fazia e lá fui eu, qual dona de casa, comprar tudo o que necessitava e estive, nada mais, nada menos que uma hora de volta dos tachos.
Acompanhado com um vinho verde, ficou que foi uma loucura e ainda sobrou para segunda ou terça, se me apetecer vir almoçar a casa:)
Hoje, como se eu tivesse gostado imenso da experiência, vou cozinhar de novo. Já fui àS compras e tudo. A verdade é que gostei. Gostei do ritual de juntar os ingredientes sem saber se o estava a fazer corretamente, só por instinto, gostei de analisar o cheiro para verificar se me agradava, gostei de ir provando e comprovar que até sabia bem. Fique mesmo feliz:)
Vá, homens lindos e cozinheiros por vocação neste mundo, não está tudo perdido. Se, em algum dia da nossa maravilhosa e excitante vida conjugal, a vontade para cozinhar absurdamente desaparecer dos vossos espíritos, a menina veste o avental e faz um miminho... Tipo, no dia em que o vosso clube estiver a jogar e não haja concentração para o ato (de cozinhar).
Ora o facto de eu não gostar de cozinhar não implica, de modo algum, que eu não saiba! Pois, porque eu sei. Aliás, quando quero, sei fazer de tudo. Falta sempre é essa coisa muito chata, a vontade.
No entanto, a vida tem momentos solitários, momentos de fome e principalmente, os mais difíceis, momentos desesperados. Foi o que se passou este fim de semana.
Este fim de semana, tal como muitos que se irão suceder até ao famigerado junho, em que me porei na alheta, vi-me, não só sozinha, como com vontade de comer qualquer coisa que não havia à venda no fórum. Então,lembrei-me de um prato que uma ex colega de casa fazia e lá fui eu, qual dona de casa, comprar tudo o que necessitava e estive, nada mais, nada menos que uma hora de volta dos tachos.
Acompanhado com um vinho verde, ficou que foi uma loucura e ainda sobrou para segunda ou terça, se me apetecer vir almoçar a casa:)
Hoje, como se eu tivesse gostado imenso da experiência, vou cozinhar de novo. Já fui àS compras e tudo. A verdade é que gostei. Gostei do ritual de juntar os ingredientes sem saber se o estava a fazer corretamente, só por instinto, gostei de analisar o cheiro para verificar se me agradava, gostei de ir provando e comprovar que até sabia bem. Fique mesmo feliz:)
Vá, homens lindos e cozinheiros por vocação neste mundo, não está tudo perdido. Se, em algum dia da nossa maravilhosa e excitante vida conjugal, a vontade para cozinhar absurdamente desaparecer dos vossos espíritos, a menina veste o avental e faz um miminho... Tipo, no dia em que o vosso clube estiver a jogar e não haja concentração para o ato (de cozinhar).
terça-feira, 18 de setembro de 2012
Declarações amorosas e o que elas fazem à nossa personalidade
Quando tinha cerca de 22 anos declarei-me. Declarei-me a um grande amigo. Declarei-me a quem amava. Declarei-me a Ele. No entanto, e como tantas vezes acontece, não fui retribuída.
A partir desse momento decidi que nunca mais o faria. A dor é demasiado grande.
Hoje em dia, continuo a nutrir o mesmos sentimentos por Ele. E estou, neste momento, disposta a desistir de nós porque pura e simplesmente cansei de esperar, de criar expectativas que saem frustradas, de o tentar entender.
Se estás a desistir, perguntam-me, então bem que podias dizer-lhe duma vez o que sentes.
A minha resposta é uma e fixa. Não. Nunca. Porque não consigo. Porque temo outra rejeição e quanto mais eu puder poupar este meu peito, mais o farei.
A partir desse momento decidi que nunca mais o faria. A dor é demasiado grande.
Hoje em dia, continuo a nutrir o mesmos sentimentos por Ele. E estou, neste momento, disposta a desistir de nós porque pura e simplesmente cansei de esperar, de criar expectativas que saem frustradas, de o tentar entender.
Se estás a desistir, perguntam-me, então bem que podias dizer-lhe duma vez o que sentes.
A minha resposta é uma e fixa. Não. Nunca. Porque não consigo. Porque temo outra rejeição e quanto mais eu puder poupar este meu peito, mais o farei.
Final round! "A rainha no palácio das correntes de ar"
E começamos o último livro desta intensa e complexa trilogia. Só têm um senão, os nomes das personagens são tantos e tão escaganifobéticos (suecos) que, até uma pessoa se habituar a isto, morre o burro e mais quem o tange! A ver quando isto termina...
sábado, 8 de setembro de 2012
E em menos de nadaaaaa
Li "A rapariga que sonhava com uma lata de gasolina e um fósforo" e "As cinquenta sombras de Grey"
Ora o primeiro, corresponde Às expectativas, estou a gostar bastante desta triologia, li o primeiro e este, faltam um, que lerei de certeza.
Quanto ao segundo, e cuidado com o SPOILER, não, não correspondeu à expectativa. Basicamente é um ponto grande daqueles livros eróticos do arlequim, coisa que para mim até nem teria problema pois também tive a minha fase de ler esses livros e gostava, com o senão de ser erotismo (almost porn) sado-maso. Nada contra quem pratica, tal como já disse, mas pessoalmente a mim incomoda-me. E retira toda a piada do erotismo na literatura. Mais, a moça envolvida é uma miúda que fica completamente apaixonada pelo gajo principal, é virgem e vai iludida para aquele mundo, mas passa TODO O LIVRO cheia de dúvidas e com choradeiras.
O mau mesmo é a repetição de situações, palavras, expressões, e por aí adiante. A determinado ponto, no livro, cheguei mesmo a pensar que, se fossemos a retirar as eternas repetições, perderíamos algumas dezenas de páginas deste livro absurdamente extenso para a história que conta.
Tal como o que acontece com o primeiro livro que referi, este também faz parte de uma trilogia. Se irei ler os próximos. Definitivamente não sei. A vontade não é muita, diga-se desde já.
O que não se entende, e digo isto com franqueza, é por que raio eu não consegui largar o puto do livro sem o terminar. E perguntavam "eh lá, estás a gostar!" e eu não conseguia afirmar com todas as letras que sim. Eram um misto de sentimentos. Só sabia que queria terminar. Saber como raio ia terminar... Só testando para me entenderem:)
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
Ponto de situação
É estranho e quase absurso mas a verdade é que me sinto completamente deslocada. Eu não deveria estar aqui. Eu não queria estar aqui. Eu queria estar perto dele, queria estar num sitio onde todos os fins de semana pudéssemos marcar nem que fosse um café só para pôr-mos a conversa em dia. Sinto a falta dele e não tenho nenhum vínculo que me dê liberdade para o contactar quando quero ou quando preciso. Continuo naquele contexto em que tenho que esperar que ele venha ao meu encontro, saber de mim, porque "tenho que sentir que ele também quer ou precisa saber de mim".
E isto está a dar cabo de mim. Para quê? Para quê a proximidade adquirida se depois teria que passar por isto? Sinto-me vazia. Sinto-me distante. Não me estou a conseguir adaptar. A primeira semana já deveria ter ido à vida e nunca mais passa! Isto vai ser um suplício, vai ser um ano horroroso...
Raio de sorte madrasta, pah...
E isto está a dar cabo de mim. Para quê? Para quê a proximidade adquirida se depois teria que passar por isto? Sinto-me vazia. Sinto-me distante. Não me estou a conseguir adaptar. A primeira semana já deveria ter ido à vida e nunca mais passa! Isto vai ser um suplício, vai ser um ano horroroso...
Raio de sorte madrasta, pah...
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
A distancia vai me pôr gelada
Já sinto a nostalgia. A saudade. A distancia. 800 km? A sério? Eu só armo a puta com a minha vida
As 50 sombres de Grey - Spoiler
Pah, a sério? Eu estava completamente inebriada com o romance que o livro apresenta e, de repente, saem-me dali cenas sado-maso?! Olha, medo. Muito medo. Até fiquei incomodada. Nada contra quem gosta, mas eu não estava à espera... :( Sou uma romântica, estava adorar, agora detesto. Até estou com vontade de abandonar a treta do livro...
sábado, 1 de setembro de 2012
Ai destino aiiiii destino
A sério, eu acho mesmo que o que se passa comigo e uma piada. O destino, destino não porque eu sou portuguesa e a nossa perspetiva é sempre mais fatalista, o meu fado parece uma autentica piada. Ando há mais de quatro anos às voltas com sentimentos para com Ele. Além das merdas que sempre nos sucederam e que originaram no nosso afastamento, há um ano fui mandada para o Algarve. Estive um ano inteiro em que mal falava com Ele. De repente, e sem que eu tivesse preparado a minha cabeça para isso, passa-se uma extraordinária e arduamente desejada aproximação. E o que nos acontece? Somos mandados pelo concurso nacional, esse grande fofo, para pontas distintas do país. Eu para o Algarve, de novo, e ele para Bragança! Tipo, a sério? É que não conseguiam que ficássemos mais longe! Estou tão fula com tudo isto, tão fula que não me aguento. E amanhã lá vamos nós e até um dia... Se calhar voltamos ao mesmo... Depois do que andamos. Matem-me agora. Estou triste.
E a pior parte é que parte da culpa é minha porque, há um mês, eu estava burra o suficiente ao ponto de pôr faro nas minhas prioridades. Damn stupid.
E a pior parte é que parte da culpa é minha porque, há um mês, eu estava burra o suficiente ao ponto de pôr faro nas minhas prioridades. Damn stupid.
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