terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Podem ver que é bom :) #1

Aqui há umas semanas deu-me para ver o primeiro filme da saga Os Jogos da Fome. Não porque achasse que o filme seria espetacular (porque isso só penso quando sai um novo filme do Zack Efron, que bem pode ser uma treta que basta-me a figura dele para limpar as vistas) mas sim porque, como deu no Natal na tv, ele estava gravado na meobox. Assim sendo, e como vejo o raio dos filmes quase todos na net (shame on me) sem legendas (muito útil para treinar o inglês), aproveitei para ver um filminho em ecrã plano, maravilhoso e grande, e com as maravilhosas legendas.
Se gostei? Adorei. Achei uma história diferente, principalmente, num argumento que não consigo comprar a nenhum outro. Foge completamente ao que se costuma ver. Depois foi um tirinho para ver o segundo, desta feita de uma forma mais "tradicional" (aka no pc mini, sem legendas). Adorei igualmente.
 Qual o grande fascínio que me prende às triologias? A capacidade que os autores têm de deixar o pessoal em suspenso e morto por ir a correr às livrarias comprar o seguinte. Eu adoro terminar um livro mortinha por começar o seguinte. Come
cei a tomar-lhe o gosto quando lia Harry Potter (sim, eu era das que, à meia noite, estava à porta da Bertrand para comprar o livro) e agora é sempre a somar. Caminho para a terceira trilogia lida (depois de 50 Sombras de Grey e Coleção Milenium), 1Q84, Murakami, mas esta triologia cinematográfica está a cair-me igualmente no goto:)

Mas quem, quem é que eu quero enganar a dizer que gosto de ginásio?

Só se for a mim própria. Na verdade, há pouca coisa que eu deteste mais que ir ao ginásio. Detesto ter que me levantar cedo e ir suar. Detesto sair do trabalho as sete da tarde... e ir suar. E odeio de morte ter que, durante o fim de semana, me arrastar de qualquer sitio que esteja para ir suar! Tudo me custa no ginásio. Os míseros minutos a correr na passadeira, que nunca mais passam, as marcas que ficam nas minhas mãos dos pesos... E nunca, NUNCA, contar até 20 me custou tanto! Chego a dividir a contagem e contar dez mais dez, só para dar a impressão de que acaba mais depressa.

Se há algo que gosto nesta treta toda? Há. O banho que tomo no fim. Sinto-me rejuvenescida.

domingo, 23 de fevereiro de 2014

Estou com bons pressentimentos

A ver se a semana corre bem. Mais cinco dias e rumo a Portimão ver o meu amor... Estou há três semanas sem o ver, já ando a ficar impertinente. Isto de falar semanas apenas por telefone é desgastante. Não há o atrito de uma conversa cara a cara, não há o impacto de um olhar... Tem que se demonstrar tudo com silêncios prolongados e tons de voz esquisitos o que deixa mau estar e torna-se depois difícil de
resolver. Pelo menos connosco a coisa sempre se resolve... Não sei ficar zangada:)

Lembram-se da minha aversão ao gin?


Pelo que vi ontem sou uma minoria... Mas uma minoria meeeeesmo pequena. Sabem que mais? Tudo pelo estilo. Show off!

Fora isso, estou contente por estar solinho bem, nem que, neste momento, eu não esteja aqui.


Carta aberta aos meus pés.

Queridos pés

Eu sei que a nossa relação desde cedo viveu os seus amargos de boca. Ora porque vocês cresciam e eu andava convosco apertados nos sapatos, ora porque vocês decidiam que as unhas iam encravar e eu que passasse as passas do Algarve. Nunca fomos constantemente felizes, mas sempre fomos dando um jeito. Vós sempre tivestes sorte pela dona que tendes... O facto de eu adorar rasos e sapatilhas sempre vos fez muito felizes. Noitadas longas e aqui a totó de sapatilhas, só para vos agradar e ter uma noite espetacular. Cheguei ao cúmulo de arranjar um namorado que é pouco mais alto que eu e me limita o uso de saltos! Quão sortudos fostes vós com a dona que desencantastes?
Pois.
No entanto, vós não sois bons para mim nos momentos que mais preciso de vós. Como foi o caso de ontem à noite. Sabeis bem que há muito que eu não saía. Que até já pensava várias vezes em marcar com amigas, arranjar-me com o mesmo aprumo das adolescentes de hoje em dia e ir curtir até à hora que me apetecesse. E vós, fostes complacentes? Ajudastes-me? Demonstrastes que é possível viver-se em simbiose comigo? Não.
Vós fostes cruéis!  Eram duas da manhã e já parecia que alguém me cortava os mindinhos,  logo na altura que eu já estava quente e a curtir ene a música!
Não vos perdoo. Não vos perdoo que me tenhais arrastado para fora da discoteca pouco depois das duas e meia, coberta pela vergonha de me vir embora porque me doíam os pés.
Mas, escrevam o que vos digo, isto não ficará assim.
(sim, caros leitores, isto soa a ameaça mas sossegai que eu não posso atentar contra a saúdes dos meus pés... ainda).

Sem cumprimentos nem massagens nem nada,

Bafejada.


quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Do que eu gosto mesmo muito?

De sol. Quentinho.
Ah, e do Zack Efron. Oh sim. 

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Gin. Essa coisa que não presta.

Ontem dei por mim, depois de semanas de espera, a pedir, pela primeira vez, um gin tonico. Fiquei maravilhada com o aspeto dele. Já com o sabor, nem por isso. 
Se o gole no seu início até é fresco e agradável, o amargo de boca no final é horrível. Terrível! E é que nem com a chiclete eu conseguia melhorar o sabor na boca. 
Escusado será dizer que o raio da bebida, que nas suas qualidades também não incluía o preço atrativo, ficou quase toda, o que no caso do gin torna-se ainda mais ridículo pois aqueles copos são enormes e não dá para disfarçar! 
Espero que nenhuma alma me venha dizer que é como o sushi, "primeiro estranha-se, depois entranha-se", porque essa cena também  é algo com muita fama que nunca entranhou...