terça-feira, 31 de dezembro de 2013

2014

E pronto, mais um ano que termina sem darmos por isso.
Este ano foi cheio de situações que me fizeram feliz e mudaram a minha vida. Tenho neste momento, na minha vida, o meu primeiro namorado. Faz-me feliz, é meu companheiro, meu amigo, meu pilar. Pela primeira vez na minha vida tive um momento especial no dia dos namorados, passei férias com o meu namorado, troquei presentes no Natal com ele... Fui muito feliz nestes momentos, momentos que nunca tinha vivido na vida até ao ano que hoje finda. Somos muito felizes juntos, mesmo que, no momento, apenas estejamos juntos de 15 em 15 dias(estamos separados por mais de 650 km).
Por outro lado, perdi a oportunidade de trabalhar no que gosto. Retiraram-me o contexto de sala de aula, com os meus putos, que era das coisas que mais me fazia feliz... Ainda assim, não perco a esperança e só rezo para que, neste ano que aí vem, se não puder voltar a uma escola, pelo menos  a vida me leve ao encontro de uma nova ocupação e que eu consiga vivê-la com a mesma intensidade com que vivia a minha profissão.
Ainda não sei bem o que esperar deste ano que começa em algumas horas, mas tudo farei por preencher o buraco que este governo deixou na minha vida.

Há um ano prometi escrever algo todos os dias aqui no meu espaço cheio de memórias. Este ano não serei tão altruísta e prometo apenas que tentarei escrever com mais frequência ( uma vez que, tal como aconteceu este ano, não consegui cumprir a promessa:P). Não porque tenha leitores, mas porque percebi que isto, no fundo, é um registo da minha vida. E, um dia mais tarde, vai saber-me pela vida perder-me aqui:).

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Quando os blogues que mais gostamos de ler desaparecem

Detesto quando sigo um blog com todo o carinho, vou lá todos os dias ler refletir com os textos, ainda que pequeninos, e, de repente, a autora ou autor em questão desistem da escrita. Eu sei que a vida é complicada, a paciência esgota, o tempo parece que nos foge pelos dedos, os problemas aparecem e, quando somos muito ligados aos nossos blogs temos vontade de desabafar lá (mas não queremos partilhá-lo dessa maneira), mas depois fica um vazio nos leitores. Neste caso em mim. Tenho mesmo pena de pensar que há blogs que não vou ler mais! Que aquela linha virtual que me unia a pessoas, que parecia que encaixavam comigo, se partiu e que, muito provavelmente, não se voltará a estabelecer. E a minha lista de leitura vai empobrecendo a olhos vistos! Restam dois ou três, que no fundo toda a gente passa os olhos por eles, e têm pouco de intimistas... Fico lixada:(

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Como controlar quando se gosta?

Dantes, eu vivia uma situação bem distinta. Eu gostava muito de alguém mas não demonstrava... Porque não podia. Porque não gostavam de mim. Vivia naquilo mas não havia problema na minha cabeça porque, pura e simplesmente, o manifesto dos sentimentos me era proibido.
Ora, quando temos alguém, que também gosta de nós, o caso muda de figura. Há o manifesto. Há a explosão. Há a bandeira hasteada.
O que sucede é que eu vivo longe, muito longe, do meu moço. E essa distancia tem me posto com saudade e a sentir muita falta dele. Quando isso me acontece eu penso, penso muito... demais! E começo a pensar... E se acontece alguma coisa má? Não consigo nem encarar isso. E depois dá vontade de ainda manifestar mais os nossos sentimentos! Então vem o segundo medo... E se manifestamos demais? E se o assustamos?
Eu não estou habituada a esta dicotomia de sentimentos e de escolhas, a dicotomia era outra!...