O mau da história? Vir com a ryanair as seis e meia da manhã... Ainda não sei como vou trabalhar hoje...
segunda-feira, 28 de abril de 2014
Fim de semana algarvio
Voltei ao Algarve, este fim de semana, para estar com o meu moço. Estive pouco tempo com ele, uma vez que ele trabalhava, mas valeu a pena. É complicado manter uma relação com tantos km pelo meio mas sou muito feliz quando estou cem ele. Além de tudo isto, esteve um tempo fantástico por aquelas terras. Sol, mar, bares, jantares e passeio... Brutal :)
quinta-feira, 24 de abril de 2014
E quando acontece algo mesmo mau...
E nós procuramos o botão rewind para não fazer a mesma merda? Aí mãe...
sexta-feira, 18 de abril de 2014
Amor, a causa de todos os males?
No outro dia dei por mim a analisar aquela velha máxima de que o amor salva e de que se todos deixássemos esse sentimento fluir na nossa vida, mais vezes do que sentimentos como o rancor, ódio e afins, a convivência neste mundo seria mais pacífica.
É verdade que se amarmos as coisas ficam mais simples. Somos mais condescendentes, mais solidários, mais compreensivos. Nos sentimos melhor e quando estamos bem dificilmente nos tiram desse elemento. Mas dentro desta premissa há toda a questão do grau.
Há quem diga que o amor não é quantificável, que não se ama mais ou menos, que não é comparável. Eu concordo que não posso comparar a forma de eu amar algo com a forma como outra pessoa o faz, mas também considero que, quando falamos de amor, não nos podemos limitar ao amor entre seres humanos e aí entra a intensidade de uma forma mais patente. A ver se me explico.
Nós amamos a nossa família. Amamos os nossos amigos e os nossos pares. Mas também amamos as nossas coisas, as nossas opções, os contextos em que escolhemos viver. Isto é, há um sentimento intenso pelo que nos rodeia quando esse meio envolvente nos faz felizes. Não sei se o sentimento por tudo o que referi é amor, mas é algo que prende as pessoas de um modo que elas não consideram que esteja errado. Eu posso amar o meu par mas também posso amar a minha religião, o meu país, o meu partido político, uma determinada causa. E é quando paramos para analisar este ponto que eu penso que hajam graus que o amor possa assumir e que no fundo causará o mal. Vejamos, não é por amor a uma religião que se fazem e fizeram "guerras santas"? Não é por um sentimento muito grande de apego que temos dificuldades em aceitar quem é diferente de nós no que diz respeito a escolhas? Não é por um amor obsessivo que depois nos deparamos com finais horríveis?
No final de pensar em tudo isto, concluí que tem que haver uma diferença entre o amor em que todos acreditam e o sentimento que obsessiona as pessoas em relação a algo. Porque essa obsessão começou no amor mas ultrapassou determinada linha. Mas, onde se encontra essa linha? Até que ponto é amor?
Não tenho mesmo que fazer em determinados momentos...
quarta-feira, 16 de abril de 2014
Uma manhã fabulosa...
... de novo no registo. Desta feita para ir buscar o CV. Sistema de senhas avariado, mil pessoas e para terminar em beleza pareço uma zombie na fotografia. Salve-se o cafezinho agora para relaxar e um livro. Bom dia :)
quarta-feira, 9 de abril de 2014
Ginásio... Essa palavra que a mim não me sugere nada de bom
Ante ontem retomei o ginásio. Depois de duas semanas de desculpas, umas esfarrapadíssimas e outras legítimas, lá ganhei força e fui lá. Uma hora foi o suficiente para me lembrar de novo de que eu não gosto de ginásio. Não gosto! Irrita-me. Irrita-me os minutos que não passam, o suor, as máquinas, as dores, tudo! Mas pensei que aquela energia que me levou nesse dia se manteria, pelo menos por esta semana.
Enganei-me redondamente. Hoje era dia de voltar e, além de ainda estar no meu trabalho (é uma das minhas boas desculpas, porque detesto ir para o ginásio perto da hora de ir dormir), estou com uma vontade para lá de nula. Pior, não tenho vontade para ir emagrecer e estou com uma fome desgraçada! Matava agora por uns petiscos e um copo de vinho... Ou por um cheese... Ou por uma tosta de atum... Na verdade, matava até por umas míseras bolachas de água e sal. Dios mío...
Enganei-me redondamente. Hoje era dia de voltar e, além de ainda estar no meu trabalho (é uma das minhas boas desculpas, porque detesto ir para o ginásio perto da hora de ir dormir), estou com uma vontade para lá de nula. Pior, não tenho vontade para ir emagrecer e estou com uma fome desgraçada! Matava agora por uns petiscos e um copo de vinho... Ou por um cheese... Ou por uma tosta de atum... Na verdade, matava até por umas míseras bolachas de água e sal. Dios mío...
E hoje?
Ora bem, duas horas no registo e 15 euros(roubooooo) para renovar o cartão do cidadão (foto para la de horrível, quanto mais se tenta pior sai) e 25 euros de multa por me atrasar dois dias(!!!) no pagamento do IUC... Matem-me agora... ladrões!!!!!!
segunda-feira, 7 de abril de 2014
Já ando a fazer a cabeça do meu pai...
... para irmos ver o jogo da consagração do campeonato na luz:)
Ah e tal, por que não podes ir sozinha? Porque em família tem muito mais piada. A viagem na conversa, a chegada, a ida à loja, comprar uma camisola (ou não, que o preço até dói), dar entrada na catedral, beber e comer a meio do golo.
Cá para nós, eu divirto-me muito quando vou ao estádio ver a bola, mas isso deve-se principalmente a toda aquela atmosfera, ao voo da águia Vitória, aos gritos, aos cânticos e às ondas, porque da última vez que fui estava tão encantada com as ondas que não vi os dois golos do Benfica. E, infelizmente, ao vivo não há repetições:).
Ah e tal, por que não podes ir sozinha? Porque em família tem muito mais piada. A viagem na conversa, a chegada, a ida à loja, comprar uma camisola (ou não, que o preço até dói), dar entrada na catedral, beber e comer a meio do golo.
Cá para nós, eu divirto-me muito quando vou ao estádio ver a bola, mas isso deve-se principalmente a toda aquela atmosfera, ao voo da águia Vitória, aos gritos, aos cânticos e às ondas, porque da última vez que fui estava tão encantada com as ondas que não vi os dois golos do Benfica. E, infelizmente, ao vivo não há repetições:).
Novidades de última hora:
- O Benfica ganhou;
- Fui buscar força de vontade ao fim do mundo e fui ao ginásio;
- Os meus dedos já não parecem salsichas uma vez que as minhas unhas estão crescidinhas;
- Levar putos, muitos putos, ao cinema é o fim do mundo... (foi de lá que trouxe a força já referida).
:D
- Fui buscar força de vontade ao fim do mundo e fui ao ginásio;
- Os meus dedos já não parecem salsichas uma vez que as minhas unhas estão crescidinhas;
- Levar putos, muitos putos, ao cinema é o fim do mundo... (foi de lá que trouxe a força já referida).
:D
Deveria ser proibido pôr a pé antes das dez..
Quem me dera ser mais ativa pah. Pôr a pé com a fresca, ir logo ao ginásio, fazer o meu dia durar dois... Tenho inveja de quem o é, por mim internava no inverno...
domingo, 6 de abril de 2014
Acabei de assistir ao comentário do Sócrates...
Que banho Oh Rodrigues dos Santos. Para a próxima lembre-se do que significa um comentário político e não ataque o comentador como se de um debate político pré eleitoral se tratasse...
Isto de se dar explicações para o exame nacional tem muito que se lhe diga
É o primeiro ano que me meto nisto mas encaro como um investimento. Estou a levar uma abada de Fernando Pessoa que nem é bom! Agora é rever os 44 poemas da Mensagem... Alguém me dê força que isto nunca mais termina...
sábado, 5 de abril de 2014
Tal como nos livros do Murakami, há sempre muitas perguntas que ficam sem resposta com este governa.
Por que é que vender a coleção de Miró ao angolano não é uma opção viável? Acaso não se arrecadará muito dinheiro? Acaso não poderemos ver Portugal a tirar usufruto das obras durante 50 anos? Não se agradaria a Gregos e Troianos? Não entendo.
sexta-feira, 4 de abril de 2014
quinta-feira, 3 de abril de 2014
Quando se trabalha em centros de estudos...
... sabe-se que nos dias que antecedem as férias os miúdos ou faltam ou vêm sem vontade nenhuma de trabalhar... Mas também, como raio os ponho a estudar depois de três semanas de testes até à testa? Ainda mais em véspera de férias? Não consigo. Viva a televisão.
quarta-feira, 2 de abril de 2014
Tristeza... Estou a ficar velha.
Todos os blogs que eu seguia há uns anos foram fechados ou removidos... Magoei:(
1Q84. A trilogia com o final mais dececionante da história
Gosto de trilogias. Gosto da sensação de terminar um livro que me estava a dar gozo e querer ir a correr comprar o seguinte, só para saber o que se vai passar a seguir. Gosto do génio dos autores que conseguem sempre deixar o leitor em suspenso no final de um dos livros, com sede de mais e não terem o seguinte à mão de semear. Isto aconteceu-me nas duas triologias que li antes desta, 50 Sombras de Grey e Millenium.
Quando comecei o primeiro livro desta trilogia ia sem grandes expectativas. O facto de saber de antemão que se tratava de uma história com fantasia e mundos paralelos deixava-me um pouco sem pica para ler, o que é de estranhar um vez que fui fã acérrima de toda a coleção Harry Potter. Mas deixei-me de histórias e desculpas e lancei-me nele.
Foi uma boa surpresa, a leitura fluía naturalmente e agradou-me muito, mesmo estando por demais recheado de descrições, que é coisa que sempre me cansou um bocado. Passei com facilidade para o segundo e para o terceiro ainda que fosse uma leitura lenta, nunca foi uma história que me prendesse mesmo a pingar de sono. A história era interessante porque deixava constantemente perguntas no ar quanto ao referido mundo paralelo. E no fundo era isso que me fazia não deixar os livros, a busca incessante por respostas às mil perguntas que apareciam a cada capítulo.
E que final é que me dão? Um final roto, completamente previsível, melado e nem sequer uma mísera resposta para qualquer uma das perguntas que deixaram no ar. O mistério tem piada, e vende, mas tem que ser desvendado no final! Tem que se explicar coisas! A imaginação tem piada mas tem que se explicar determinadas situações. As minhas expectativas foram completamente defraudadas, estava a dez páginas do final do livro e já estava zangada porque sabia que nunca iria saber o que queria até ao derradeiro final.
Conclusão, entretém mas não nos podemos entregar... Ficamos com um sabor amargo na boca.
Quando comecei o primeiro livro desta trilogia ia sem grandes expectativas. O facto de saber de antemão que se tratava de uma história com fantasia e mundos paralelos deixava-me um pouco sem pica para ler, o que é de estranhar um vez que fui fã acérrima de toda a coleção Harry Potter. Mas deixei-me de histórias e desculpas e lancei-me nele.
Foi uma boa surpresa, a leitura fluía naturalmente e agradou-me muito, mesmo estando por demais recheado de descrições, que é coisa que sempre me cansou um bocado. Passei com facilidade para o segundo e para o terceiro ainda que fosse uma leitura lenta, nunca foi uma história que me prendesse mesmo a pingar de sono. A história era interessante porque deixava constantemente perguntas no ar quanto ao referido mundo paralelo. E no fundo era isso que me fazia não deixar os livros, a busca incessante por respostas às mil perguntas que apareciam a cada capítulo.
E que final é que me dão? Um final roto, completamente previsível, melado e nem sequer uma mísera resposta para qualquer uma das perguntas que deixaram no ar. O mistério tem piada, e vende, mas tem que ser desvendado no final! Tem que se explicar coisas! A imaginação tem piada mas tem que se explicar determinadas situações. As minhas expectativas foram completamente defraudadas, estava a dez páginas do final do livro e já estava zangada porque sabia que nunca iria saber o que queria até ao derradeiro final.
Conclusão, entretém mas não nos podemos entregar... Ficamos com um sabor amargo na boca.
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