quarta-feira, 29 de junho de 2011

Dadas as actuais circunstâncias...

Era exactamente se uma fatiota destas que eu precisava... Desmaiava em qualquer lado!
(Imagem retirada deste blogue)

terça-feira, 28 de junho de 2011

A morte

Não, não vou aqui dissertar sobre o Angélico Vieira. Uma vez que acredito na reencarnação da alma, se o moço faleceu de facto, a alma dele já terá renascido algures neste mundo.(chamem-me parva, eu acredito)
Só quero reflectir por breves segundos que não estou a gostar nada disto. Entre ontem e hoje é só morte. Morte real, morte fictícia, morte nos sonhos. Não dá! Eu não ando com saúde para isto e o pior é que sou uma pessoa extremamente sensível à morte. Não a morrer, mas sim a perder para a morte. O meu problema, medo, fobia, desespero de alma, é pensar em perder alguém que amo. Abomino a ideia. Acho que nunca ficaria bem. Sou muito fraca no que diz respeito a isso e demasiado apegada às pessoas que amo. Morrer? Eh pah, eu sei que vou morrer. Mas não é isso que me assusta.
Agora passar 48 horas em que enfrento a ideia de perda constantemente... Isso não.

(Quis encontrar uma imagem toda xpto para representar a alma, mas eram todas... Hummm.. Estranhas.)

Resoluções

Agora, chegado o momento em que o meu cérebro tem autorização a voltar a si, posso voltar a concentrar-me na minha bela e Bafejada pessoa, que neste momento... Está pouco bafejada. A modos que estou com as unhas mais roídas do que nunca, não tenho seguido a minha dieta (na verdade acho que se tivesse um filho neste momento, ele sairia com cara de Big Mac, dada a minha vontade de o .... Coiso) e os meus olhos parecem os de uma drogadita em processo de desmame. Assim, declaro aqui e hoje, perante este blogue sagrado (ok não é muito sagrado, estive quase a eliminá-lo do mapa), que vou parar de roer as unhas, seguir a minha dieta, e dormir como deve ser.

É que se não, terei que mudar a minha assinatura para Bafejada pelas Musas drogadas...

Está a meio...

Comecei, num dos dias do fim-de-semana prolongado ao qual vou apelidar de Fim do Mundo, a ver o filme Lost In Translation. Sempre tive curiosidade de ver este filme e esta devia-se ao facto de ele ser muito bem publicitado por este blog. Um dia vi que ia dar na TV e decidi pôr a gravar. Para um dia ver. A verdade é que tinha o filme gravado há meses e nunca me tinha dado para o ver. Ora numa das noites do Fim do mundo, farta de estar há horas em frente ao computador, fui, à uma da manhã, sentar-me no sofá. Precisava de um momento meu, com a sala vazia, a ver algo que não me fizesse pensar no Mestrado. Dei uma vista de olhos pelas dezenas de filmes que lá estavam(por que raio gravo tanta coisa?) e lá o vi. E lá comecei a ver.
Tive que parar porque arriscava a deitar-me só às três da manhã. Mas não queria! Estava a ser interessante. Muito diferente de todos os filmes que já vi. Assim que o terminar, o que deverá ser sexta-feira, aviso...

Pára tudo!


Dia 14 é o dia D. Mal posso esperar... Se me desiludem neste... Bem, eu nem vou fazer promessas de revolta, mas acreditem que posso ser má. Muito má!

Estou viva

Depois destes cinco dias que mais se assemelharam a um mês, estou viva. O meu poder de pensamento e de reflexão foi sugado por um documento malévolo chamado Portefólio de Estágio.
E mais não digo, por não saber ler nem escrever.

sábado, 25 de junho de 2011

Isto se te deixarem...

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Ser, estar e fazer... E não querer.

Ser uma pessoa que até tem dinheiro mas prepara-se para ficar lisa no final do mês porque vai comprar um carro é algo... Vá.. Chato. Estou prestes a estoirar literalmente perto de mil euros daqui a alguns dias em benefício de ter um veículo próprio que me permita idas ao Pacha e afins. E depois penso, então e férias?! e repondo a mim mesma, férias? Querida tens relatório de estágio para entregar em Outubro, tenho a débil sensação de que vais esquecer o significado dessa palavra...
Então vai daí tomo a decisão supra referida. Mas isto é triste. Eu queria ir de férias. Eu queria torrar ao sol. Eu queria vegetar e deixar o meu cérebro parar de reflectir por uns dias e dar-me ao dolce fare niente. Mas não posso. Graças a este Mestrado, que sou literalmente obrigada a fazer, tenho que ficar enfiadinha em casa ou algures em algum sitio com tomadas(sim porque o Pc não aguenta esta vida) a escrever e a dissertar eternamente sobre as poucas aulas que dei e a fazer referência a imensas pessoas que eram geniais no seu tempo mas que agora algumas das suas teorias são um nadinha desactualizadas.
Posso ir-me embora? Posso congelar a matricula? Posso desistir? Nananinanão.

A sério?

A sério que eu tenho quatro dias de fim-de-semana e não posso divertir-me à grande por causa do estágio? A sério que não pude ver a Hanna Montana porque sentia peso na consciência por não estar a escrever?? Salvem-me! Eu morro!

Dios mio!!

Agatha Ruíz de la Praga esta en la ciudad de Guimarães!! Dios mio que es que yo estoy perdiendo, trabajando delante de un ordenador sin ir a conocer la mujer del barrio más colorido de país?
Que verguenza...


Que Guapo:)

Eiiiiii

Estou de volta:).
Gosto demais deste blog.. E tem demasiado de mim. Amanhã actualizo, para já, Saint John!