Sim, eu acho que se for em busca dos posts que escrevi nesta data, encontrarei o mesmo conteúdo... Limpezas. O quanto elas me cansam. O quanto as detesto.
Hoje terminei as respetivas ao ano de 2013 e sinto-me cansada... A pensar que deveria ter vindo de Faro apenas na véspera do dia de Páscoa!
Voltamos àquele dia familiar do ano com o qual, de há uns anos para cá, eu não sei lidar. Beijo a cruz? Não beijo? Festejo? Não? Eu tenho este problema, até acredito que Jesus existiu, mas quando chegamos à parte "ah e tal ressuscitou e não sei o quê", a minha fé falha e não acredito. E se formos a ver, é exatamente por esse acontecimento que se festeja, ora se não acredito, que estou eu a festejar?
Já sei, estou a festejar só para poder comer chocolate...
sexta-feira, 29 de março de 2013
quarta-feira, 27 de março de 2013
Traição III
as pessoas, hoje em dia, não têm razões para chegarem a trair. Alguém, por acaso, obriga alguém a ficar num relacionamento que não quer? Não!
A razão mais triste para se trair é a que mais se verifica. Nós estamos num relacionamento. Mas ele já não corre bem; e poderíamos evocar aqui uma infinidade de razões, longe de mim julgar o que atormenta a vida de outras pessoas as quais não conheço o contexto. E nós começamos a criar uma ligação com outra pessoa... Mas continuamos com o nosso relacionamento. Até que chega a um momento que já não aguentamos mais e acabamos o relacionamento atual em prol dessa terceira pessoa... Mas nessa altura do campeonato já traímos Oh sim, já beijamos, já dissemos o que sentimos, muitos até já se envolveram até à cama, enquanto que o nosso verdadeiro par ignora a situação. Então largamos e vamos felizes para o nosso novo contexto de vida. Tradução, largamos um quando, e somente quando, temos outro. Largo um sitio seguro onde tenho o pé quando tiver a certeza de que, onde quero pôr o outro, é seguro também. E é isto que me irrita! Irrita-me que as pessoas sejam fracas a esse ponto, irrita-me que tenham que magoar para serem felizes. Se não estão bem no seu relacionamento por que carga de água aguentam só porque "ah e tal, com quem é que vou ficar ou quem vou encontrar depois?". Ridículo. É-se mais feliz só porque tem alguém a quem apelidar de namorado? E depois aparece alguém "ai mas enquanto não há certezas tem que se explorar para se saber...". E o que invariavelmente acontece, quando acabamos por até gostar da terceira pessoa? Pumba, traímos. E quem levou com a traição que se lixe. Deixou de ser um problema nosso.
Todo este monólogo porque vejo no mundo dois grupos de pessoas que agem de forma muito distinta quando querem acabar um relacionamento... E porque, parece-me, a busca pela felicidade individual está cada vez mais calculista e fria.
A razão mais triste para se trair é a que mais se verifica. Nós estamos num relacionamento. Mas ele já não corre bem; e poderíamos evocar aqui uma infinidade de razões, longe de mim julgar o que atormenta a vida de outras pessoas as quais não conheço o contexto. E nós começamos a criar uma ligação com outra pessoa... Mas continuamos com o nosso relacionamento. Até que chega a um momento que já não aguentamos mais e acabamos o relacionamento atual em prol dessa terceira pessoa... Mas nessa altura do campeonato já traímos Oh sim, já beijamos, já dissemos o que sentimos, muitos até já se envolveram até à cama, enquanto que o nosso verdadeiro par ignora a situação. Então largamos e vamos felizes para o nosso novo contexto de vida. Tradução, largamos um quando, e somente quando, temos outro. Largo um sitio seguro onde tenho o pé quando tiver a certeza de que, onde quero pôr o outro, é seguro também. E é isto que me irrita! Irrita-me que as pessoas sejam fracas a esse ponto, irrita-me que tenham que magoar para serem felizes. Se não estão bem no seu relacionamento por que carga de água aguentam só porque "ah e tal, com quem é que vou ficar ou quem vou encontrar depois?". Ridículo. É-se mais feliz só porque tem alguém a quem apelidar de namorado? E depois aparece alguém "ai mas enquanto não há certezas tem que se explorar para se saber...". E o que invariavelmente acontece, quando acabamos por até gostar da terceira pessoa? Pumba, traímos. E quem levou com a traição que se lixe. Deixou de ser um problema nosso.
Todo este monólogo porque vejo no mundo dois grupos de pessoas que agem de forma muito distinta quando querem acabar um relacionamento... E porque, parece-me, a busca pela felicidade individual está cada vez mais calculista e fria.
Traição II
A traição tem, para muita gente com quem falo do tema, "níveis". Isso causa-me logo confusão. Traição é traição. É fazer algo que quebra a ligação que se tem, o laço. É algo que magoa de uma maneira que quebra a confiança. Que quebra a ligação. Ah e tal foi só um beijo... Ah e tal ele é tão giro, se eu não tivesse namorado... ah e tal, foi só uma vez... Tipo, a sério? Vamos por partes...
A pergunta inicial é o que é, afinal, trair? Onde começa? Haverão mesmo graus?
Quanto ao grau de gravidade, acho que é pura e simplesmente um modo de as pessoas se enganarem Não interessa ao certo o que se faz, a partir do momento que partilhamos momentos, toques ou pensamentos com alguém que não é nosso namorado, e que apenas com ele era suposto que partilhássemos, algo está muito mal. Aliás, a partir do momento em que damos connosco a pensar em outra pessoa, em estar com outra pessoa, a fantasiar com outra pessoa, já deveria soar o alarme! Não é suposto. E, acreditem-me, não tarda passasse das palavras ou pensamentos aos atos.
Assim sendo, acho que as pessoas, mal a cabeça começa a trair, deveriam considerar bem o que têm em mãos ou na vida. Relativizar a relação. Pode ser apenas uma fase, pode não ser. Depende de cada um e de cada relação.
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A pergunta inicial é o que é, afinal, trair? Onde começa? Haverão mesmo graus?
Quanto ao grau de gravidade, acho que é pura e simplesmente um modo de as pessoas se enganarem Não interessa ao certo o que se faz, a partir do momento que partilhamos momentos, toques ou pensamentos com alguém que não é nosso namorado, e que apenas com ele era suposto que partilhássemos, algo está muito mal. Aliás, a partir do momento em que damos connosco a pensar em outra pessoa, em estar com outra pessoa, a fantasiar com outra pessoa, já deveria soar o alarme! Não é suposto. E, acreditem-me, não tarda passasse das palavras ou pensamentos aos atos.
Assim sendo, acho que as pessoas, mal a cabeça começa a trair, deveriam considerar bem o que têm em mãos ou na vida. Relativizar a relação. Pode ser apenas uma fase, pode não ser. Depende de cada um e de cada relação.
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Estou com uma necessidade mais que muita de ver o sol. De ver o céu azul e de sentir o sol na pele. Estou farta de chuva, de tempo cinzento e isto está a contribuir para o meu estado de ânimo pouco efusivo e a atirar para o depressivo em momentos mais críticos dos dias. E quando penso que domingo já rumo a sul... Lá também chove!!! Sweet lord, in need vacations... Mas vacations daquelas com direito a sol e praia!!!
Em casa
Quando estou em Faro sinto muita falta da minha família Dos meus amigos. E uma falta moderada de estar em casa. Isto porque a minha mãe gosta de satélites, mais propriamente do satélite no qual ela me transforma. E por essa razão, cedo volto a desejar o meu espaço. Quando estou e casa com outras pessoas, raramente vejo na tv o que quero, à noite nunca tenho sofá na sala. Isso é falta de espaço. Do meu espaço... Domingo já rumo a sul, a rezar para estar sol. Não tarda afogo por aqui. E já sinto falta do L...
A minha cabeça, quando volto a casa, entra numa roda viva angustiante. Isto porque Ele vem-me à cabeça com demasiada frequência, hoje dei por mim a chorar de novo por causa disso... Até que ponto? Até que ponto devemos, ou mesmo podemos, investir num relacionamento porque temos que largar uma história sem futuro?
A minha cabeça, quando volto a casa, entra numa roda viva angustiante. Isto porque Ele vem-me à cabeça com demasiada frequência, hoje dei por mim a chorar de novo por causa disso... Até que ponto? Até que ponto devemos, ou mesmo podemos, investir num relacionamento porque temos que largar uma história sem futuro?
terça-feira, 19 de março de 2013
Arrrrranca, mas não faças pó!
Quinta pego no meu bólide lindo mas que me dá cabo da marmita e rumo ao Norte! Que deus permita que eu chegue lá com ele e não tenho que ligar ao reboque antes de chegar a Beja!:D
Às vezes eu gostava de não ter momentos em que paro para pensar...
porque és sempre tu quem me vem à memória. Agora foram os momentos em que nos divertíamos juntos... E como eu me ria contigo, era uma constante. E tu sabias. Tu sabias que só eu me ria como uma tolinha de tudo o que tu dizias ou fazias e isso fazia-te sentir bem. Fazia porque tu só eras assim comigo. Eu sei que havia alguém que só vinha à tona comigo porque comigo se sentia bem em o ser. E eu era tão feliz contigo. Feliz como uma menina. Apaixonada, completamente embevecida contigo. O estado de êxtase em que me sentia sempre que estava para estar contigo. Os nervos, a felicidade incontrolável e incontornável. Contigo, eu sei, passei as horas mais felizes e mais completas da minha vida. Eu encaixava em ti como isso nunca me aconteceu e temo nunca mais me irá acontecer. E agora estás longe. O longe dos meus olhos era suportável, o longe do meu coração é que não é. Não foi.
Hoje, eu sei, está tudo numa brasa bem pequenina. Daquelas que só se vê depois de muito tempo a fogueira arder. Mas sei também que, se te vir, se me falares, a brasa vai volver fogo de novo. E eu vou ver-me em maus lençóis. Eu vou ver-me e sentir-me a amar-te de novo. Vou encontrar-me de novo a achar que nada vale a pena se não estiver perto de ti. Vou dar por mim e desperdiçar o que a vida me tem oferecido, para tentar compensar a tua perda.
Por isso, não apareças. Não entres na minha vida. Todo o meu ser anseia por esse momento mas não o faças. Porque a vida já deu bem a entender que não é suposto que fiquemos juntos e eu tenho que aprender a viver sem ti. Aprender a viver sem olhar para ti como o homem da minha vida.
Hoje, eu sei, está tudo numa brasa bem pequenina. Daquelas que só se vê depois de muito tempo a fogueira arder. Mas sei também que, se te vir, se me falares, a brasa vai volver fogo de novo. E eu vou ver-me em maus lençóis. Eu vou ver-me e sentir-me a amar-te de novo. Vou encontrar-me de novo a achar que nada vale a pena se não estiver perto de ti. Vou dar por mim e desperdiçar o que a vida me tem oferecido, para tentar compensar a tua perda.
Por isso, não apareças. Não entres na minha vida. Todo o meu ser anseia por esse momento mas não o faças. Porque a vida já deu bem a entender que não é suposto que fiquemos juntos e eu tenho que aprender a viver sem ti. Aprender a viver sem olhar para ti como o homem da minha vida.
domingo, 3 de março de 2013
Traição I
Hoje de manhã, ainda na cama a ver se o corpo me doía de tantas horas que lá passo nas noites de fim de semana, dei por mim a pensar na traição. Isto de estar perto de ter um relacionamento com alguém, tem muito que se lhe diga.
Dei comigo a pensar onde, afinal, começa a traição. O que é, efetivamente a traição. E cheguei à conclusão de que traição consegue ser um termo ainda mais relativo e multiinterpretado que o Amor.
Quando temos que definir o que sentimos, a não ser que esse sentimento já dure há muito ou tenha sido fulminante, dificilmente temos resposta pronta. Há sempre algo que achamos que ainda não está bem, ou alguma atitude da outra pessoa que nos tira segurança... ou ainda pensamos que estamos a confundir o amor com amizade, ou garantimos de pés juntos que é amizade quando há muito já ultrapassou os limites razoáveis desse sentimento. Concluindo, definir o amor é complicado. É quase como definir a felicidade. És feliz? Deve ser das perguntas mais complexas que existe. O amor também tem desses momentos, não é à toa que se diz que "nem tudo são rosas"...
(continua)
Dei comigo a pensar onde, afinal, começa a traição. O que é, efetivamente a traição. E cheguei à conclusão de que traição consegue ser um termo ainda mais relativo e multiinterpretado que o Amor.
Quando temos que definir o que sentimos, a não ser que esse sentimento já dure há muito ou tenha sido fulminante, dificilmente temos resposta pronta. Há sempre algo que achamos que ainda não está bem, ou alguma atitude da outra pessoa que nos tira segurança... ou ainda pensamos que estamos a confundir o amor com amizade, ou garantimos de pés juntos que é amizade quando há muito já ultrapassou os limites razoáveis desse sentimento. Concluindo, definir o amor é complicado. É quase como definir a felicidade. És feliz? Deve ser das perguntas mais complexas que existe. O amor também tem desses momentos, não é à toa que se diz que "nem tudo são rosas"...
(continua)
sexta-feira, 1 de março de 2013
Hoje, a minha secret crush faz 19 anos... Já não era pedofilia!!!
É nestas alturas que dou garças aos céus e a todos os milhentos santinhos gregos e troianos por este blog ser anónimo! Eu preciso extravasar, eu dava tuuuuudo para ir ao concerto deste senhor. O couro e o cabelo. Estou apaixonada pelas músicas, fico caidinha com esta carinha. Sweet lord, estou uma pita. Parabéns xuxu:D loooool
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