terça-feira, 14 de abril de 2009

Amar

Eu hoje amo. Ontem amei. Sei que amanhã vou amar. Não falo da vida. Não falo de amigos, de família. Falo de outro amor. O amor que precisa do contacto. Da presença. Do cuidado.
Eu amo alguém. Alguém em quem eu vejo qualidades lindas. Onde vejo defeitos com os quais eu saberia lidar. Alguém que me faz sorrir quando vem falar comigo. Alguém que me faz sorrir quando está comigo. Alguém que me faz rir, me ouve e me compreende e é tão perfeito nisso. Alguém que se abre a mim e pede segredo e me faz sentir a miúda mais especial por carregar esse segredo. Alguém que sempre me faz rir. Alguém que já me fez chorar. Amo a presença dele, o jeito dele, a forma de andar dele, o modo como marra comigo o tempo todo. Amo o ele existir na minha vida, ainda que não seja meu. Amo que ele me fale da vida dele, sinto-me única. Amo que ele queira estar onde eu estou. Que me bata. Que me empurre(tudo na brincadeira claro!). Amo estar só com ele onde eu posso ver como ele é verdadeiramente. Invejo toda e qualquer pessoa que tenha mais desses momentos que eu. E eu sinto que ele é genuíno comigo. Tenho tantas saudades dele... Nunca mais chega amanhã.

domingo, 12 de abril de 2009

A eterna espera...

... da páscoa.
A que horas vem o digníssimo padre?

O mais de rir é que não ele que vem, é um representante que era dono do café lá de cima...

Sim porque o senhor padre está em casa... A descansar... Como eu devia estar e não estou... Merde

sábado, 11 de abril de 2009

Eu queria

Eu queria muito sair hoje. Montes de muito. Um montão!
Mas por ser Véspera de Páscoa(merde) quem costuma ir comigo não vai... E eu não me aventuro sozinha porque não tenho carro... Oh desgosto...

quinta-feira, 9 de abril de 2009

A Páscoa

Eu já nem acho grande piada ao dia, só gosto porque se junta a família...
Mas ter que levar com as limpezas profundas dos festejos está a dar cabo de mim. Existe porcaria em locais que eu nem sequer sabia que existiam!...


Estou cansada...

Abraços...

Sou uma pessoa comunicativa mas principalmente carinhosa por natureza. Adoro dar abraços. Demonstrar o quanto alguém me faz feliz por estar comigo ou simplesmente por ter chegado. Isto pode parecer festeiro ou até infantil mas não é. Qualquer pessoa gosta de se sentir bem vinda. Que gostam dela e da presença dela. Pessoalmente é isso que eu gosto de transmitir a quem quero bm. Então abraço. Mas não abraço como muitos. Abraços sem emoção, sem calor, sem aperto. Os meus abraços fazem as pessoas sentirem-se amadas. Eu abraço mesmo. Eu aperto contra mim. Eu digo literalmente "estou feliz por teres chegado/ por estares comigo". Detesto quando não me fazem o mesmo e pior, quando me dão palmadinhas nas costas.É impessoal... É frio.

Quando tiverem que abraçar, abracem mesmo. Se não o sentem dão dois beijinhos ou um aperto de mão...

quarta-feira, 8 de abril de 2009

De que vale...

comer pouco, ir para o ginásio, fazer 2 quilómetros e tal a pé até casa dos nossos avós(sim porque eu poderia perfeitamente ir de autocarro..) se eu chego lá e a minha avó(amada atenção) me enche literalmente com comida? Há coisas de que amo nos meus avós. Eu estou sempre cada vez mais magra, eu nunca preciso de emagrecer mais pois estou perfeita, eu com certeza me estou a alimentar mal de tnto que estou a emagrecer. Amo-os a sério. E por ama-los, ao entrar naquela casa eu não ligo a dietas. Almoço o que tenho a almoçar e até mais(sou louca plo arroz da minha avó) e lancho tudo o que tiver que lanchar. E fico feliz. E faço a minha avó feliz....


E depois vem a minha mãe para casa com as amendoas DO SÉCULO...


E depois a Bafejada fica com peso na consciência... merde

Vaidades

Eu não era vaidosa. Nem de perto nem de loge. Passei toda a minha adolescencia e grande parte da minha joventude de calças e camisola de rapaz. Isto tinha uma razão. Além de muito descontraída e prática era gordinha. Bastante gordinha. E era feliz o tempo todo com o meu estilo de rapaz excepto quando ia a lojas femininas e tentava comprar algo. Como nunca conseguia ia embora deprimida decidida a fazer dieta, acordando no dia seguinte feliz de novo e nada de dieta. Até que, aos meus 18/19 anos uma besta que eu tinha por amiga inventou que o rapaz que eu gostava me tinha chamado gorda. Senti-me pela primeira vez tão mal que decidi fechar a boca. Desde aí(e bendita seja... tenho que admitir) emagreci 24 quilos. foi a diferença da minha vida. Além de gostar ainda mais de mim e de me aumentar a confiança ainda me tornou vaidosa! Passei a vestir-me à miúda e agora ando tão vaidosa que só quero roupa e acessórios. Mas a verdade?n divirto-me muito com isto agora. E começar a chamar a atenção dos rapazes é a melhor parte! Tenho 21. Não é tarde pois não?(: