Começar o fim de semana e descobrir que cheguei aos 65 quando há duas semanas comecei uma dieta para sair dos 67(casa que já habitava há meio ano);
Sentir finalmente vontade de estudar, o que é perfeito dados os três livros que tenho de ler até à próxima sexta, misturando com dois testes;
Ontem ele muito amavelmente me levar o tabuleiro da cantina quando eu feita burra levava o tabuleiro numa mão e o copo do sumo noutra(sim porque eu entorno tudo num tabuleiro, assim em mãos diferentes o controlo é maior:D)
Vou comprar roupa!!lool
Pra mim está muito bom:)
E vou me deixar de atrofianços com declaro/não declaro. Eu estou bem assim, amiga dele. Se tivermos que um dia estar juntos, ele vai ajudar e não vou ser a fazer o trabalhinho todo, porque se de facto ele quiser ele faz alguma coisa e não se mantém na passiva o tempo todo.
Posso parecer covarde mas um dia destes faço um post para por tudo a chorar e aí compreende-se:)
sábado, 6 de junho de 2009
quinta-feira, 4 de junho de 2009
E para um dia mais doce...
Um dia docinho!:DDigam que não é o melhor chocolate que anda aí? Para quem não experimentou, larguem tudo o que estão a fazer e vão comprar... Estou a falar a sério:)
Ah é verdade. Quanto aos meus problemas com Ele, eu não aguentei mais e há dois dias fui falar com ele. Não me declarei(calma) mas disse que sentia-o afastado de mim, como se eu andasse a fazer algo de mal, e que me magoou a forma de ele me falar. El admitiu que esteve mal, que explodiu com quem não devia... Que achou que eu tinha exagerado.. Maybe mas o que interessa é que ficou tudo bem, eu fiquei feliz da vida. No dia seguinte já estávamos na boa, a pegar um com o outro, a bater um ao outro e essas coisas... Que pra mim é a substancia da qual os sonhos são feitos:):)
É melhor assim, como é que eu poderia esperar momentos a sós e propícios a me declarar se estava chateada com ele e não lhe falava? Pois, pouco provável. Assim torna-se mais simples:) E agora sim deixa-se rolar...
quarta-feira, 3 de junho de 2009
Tou atónita
O quique. O meu Quique... Namora com a Órsi Feher!!!!
Matem-me agora... Vou me barricar..
Matem-me agora... Vou me barricar..
Conversas com avós
E a propósito de dietas e afins, hoje numa conversa com o meu avô, quando ele me conta que, quando era pequenino, comia apenas ao domingo algo de especial e que uma vez comeu mexidos(não sei explicar bem só sei que é muito docinho, tem açúcar, muitos frutos secos e pão) com broa e que lhe soube pela vida, eu fiquei a pensar no meu post e no que actualmente se atravessa quanto a assuntos alimentares.
Tempos que por vezes eram de fome. Nesses tempos não se pensava ou equacionava tanto o que se comia quando se comia. Queria-se era comer. E doces, que hoje são o meu pecado(pouco original lol) naquela altura eram pequeninos luxos...
Dá que pensar em como as coisas mudam.
Ah e eu sou extremamente gulosa graças aos genes extremamente gulosos do meu avô...:D
Tempos que por vezes eram de fome. Nesses tempos não se pensava ou equacionava tanto o que se comia quando se comia. Queria-se era comer. E doces, que hoje são o meu pecado(pouco original lol) naquela altura eram pequeninos luxos...
Dá que pensar em como as coisas mudam.
Ah e eu sou extremamente gulosa graças aos genes extremamente gulosos do meu avô...:D
terça-feira, 2 de junho de 2009
Diferenças
Eu era para dar seguimento a mais um dos casos semelhantes ao do post anterior mas já ando há uns tempos para reflectir aqui sobre algo que e não interpretem tudo isto como futilidades, me mudou de certo modo a vida.
Eu era gordinha(gosto de diminutivos pois isto é um assunto sensível para quem sofre de excesso de peso e como eu não gostava que me ferissem a mim, também não quero ferir ninguém). Era muito feliz. Olhava-me ao espelho e gostava de mim. Ia na rua sempre segura de mim. Tinha o meu próprio estilo misturando coisas que hoje digo que nem lembravam ao diabo e saía à rua feliz da vida por me sentir bonita. Junto a isto sempre fui uma mulher de paixões. De amores. Quando gosto e desenvolvo esse sentimento, gosto muito mesmo. Nunca tive a sorte de ser correspondida mas não ligava isso ao meu excesso de peso. Ora na minha vida haviam poucas coisas que me deixavam infeliz, além dos broken hearts, sendo uma delas e infelicidade que sentia por entrar nos provadores de lojas femininas com calças de miuda para experimentar e nunca NUNCA encontrava algo que me servisse. Saía das lojas como se o mundo me tivesse caido em cima. A sentir-me anormal, estranha, diferente. Horrivel.
Jurava para mim mesma que ia fazer uma dieta e de facto tinha muita força para o primeiro dia... Mas depois passava-me. Esquecia o que se tinha passado e os planos de dieta, comprava umas calças de gajo e que feliz ficava(isso ajudou ao meu estilo um pouco maria-rapaz).
Até que um dia, no meu 12º ano, a meio de uma das minhas paixonetas(que descobri que não passava de uma atração posteriormente) uma "amiga"(que se demonstrou uma falsa mentirosa) me diz que ouviu o dito cujo da altura gozar-me e chamar-me de gorda.
Senti-me tão mal. Eu era tão simpatica para ele. Disponivel sempre que ele precisava. Nunca lhe havia feito mal. Descobri depois que era tudo mentira mas agora quase que agradeço plo que ela fez. Foi o impulso que eu precisava. Comecei uma dieta, a sério, que me fez perder até hoje(não estou sempre em dieta, às vezes paro e perco-me no caminho:D) quase 25 quilos.
Posso dizer que a diferença na minha felicidade ou modo de encarar a vida não mudou. Mudaram pequenas coisas que hoje me fazem sorrir. Eu não conseguia cruzar as pernas como todas as mulheres conseguem. Agora não me conheço outra posição quando estou sentada. Comecei por só conseguir durante pouco tempo mas na tarde em que reparei que estava há montes de tempo na mesma posição sorri tanto que devo ter parecido uma tolinha! Também deixei de tapar a barriga com a bolsa quando me sentava. Quando hoje pensei nisso sorri de novo. Já não tenho problemas, já nada me envergonha e por isso a bolsa vai para o banco do lado. E o melhor, compro calças!lol Compro o modelo que quero, na loja que quero. Já não me acontece sair de uma loja sem nada por nada me servir...
Fiquei mais feminina porque ganhei gosto em vestir-me de miuda:) E claro isto surte reações risonhas da minha parte e ainda mais quando já passo a fazer parte do tipo de miudas que recebe piropos e elogios do sexo masculino.
Sei que não se pode generalizar, que há montes de gordinhas montes de felizes como estão. Eu era uma delas até me enganarem e me fazerem mudar. Senão ainda hoje seria cheiinha(da maneira que gosto de porcarias)! O que eu quero dizer é que é possivel, sem desesperos(eu estive dois anos e tal no vai não vai), sem loucuras. A cometer os nossos pecados(porque senao também ficamos deprimidas e insuportaveis) mas também a trabalhar por nos sentir-mos melhor. E há de facto momentos lindos, como os que eu relatei, em que nos sentimos as melhores por o termos conseguido. Temos que ser felizes connosco. Mas se não formos, pode-se mudar. Pode se mesmo:) Com juizo mas com força:)
Eu era gordinha(gosto de diminutivos pois isto é um assunto sensível para quem sofre de excesso de peso e como eu não gostava que me ferissem a mim, também não quero ferir ninguém). Era muito feliz. Olhava-me ao espelho e gostava de mim. Ia na rua sempre segura de mim. Tinha o meu próprio estilo misturando coisas que hoje digo que nem lembravam ao diabo e saía à rua feliz da vida por me sentir bonita. Junto a isto sempre fui uma mulher de paixões. De amores. Quando gosto e desenvolvo esse sentimento, gosto muito mesmo. Nunca tive a sorte de ser correspondida mas não ligava isso ao meu excesso de peso. Ora na minha vida haviam poucas coisas que me deixavam infeliz, além dos broken hearts, sendo uma delas e infelicidade que sentia por entrar nos provadores de lojas femininas com calças de miuda para experimentar e nunca NUNCA encontrava algo que me servisse. Saía das lojas como se o mundo me tivesse caido em cima. A sentir-me anormal, estranha, diferente. Horrivel.
Jurava para mim mesma que ia fazer uma dieta e de facto tinha muita força para o primeiro dia... Mas depois passava-me. Esquecia o que se tinha passado e os planos de dieta, comprava umas calças de gajo e que feliz ficava(isso ajudou ao meu estilo um pouco maria-rapaz).
Até que um dia, no meu 12º ano, a meio de uma das minhas paixonetas(que descobri que não passava de uma atração posteriormente) uma "amiga"(que se demonstrou uma falsa mentirosa) me diz que ouviu o dito cujo da altura gozar-me e chamar-me de gorda.
Senti-me tão mal. Eu era tão simpatica para ele. Disponivel sempre que ele precisava. Nunca lhe havia feito mal. Descobri depois que era tudo mentira mas agora quase que agradeço plo que ela fez. Foi o impulso que eu precisava. Comecei uma dieta, a sério, que me fez perder até hoje(não estou sempre em dieta, às vezes paro e perco-me no caminho:D) quase 25 quilos.
Posso dizer que a diferença na minha felicidade ou modo de encarar a vida não mudou. Mudaram pequenas coisas que hoje me fazem sorrir. Eu não conseguia cruzar as pernas como todas as mulheres conseguem. Agora não me conheço outra posição quando estou sentada. Comecei por só conseguir durante pouco tempo mas na tarde em que reparei que estava há montes de tempo na mesma posição sorri tanto que devo ter parecido uma tolinha! Também deixei de tapar a barriga com a bolsa quando me sentava. Quando hoje pensei nisso sorri de novo. Já não tenho problemas, já nada me envergonha e por isso a bolsa vai para o banco do lado. E o melhor, compro calças!lol Compro o modelo que quero, na loja que quero. Já não me acontece sair de uma loja sem nada por nada me servir...
Fiquei mais feminina porque ganhei gosto em vestir-me de miuda:) E claro isto surte reações risonhas da minha parte e ainda mais quando já passo a fazer parte do tipo de miudas que recebe piropos e elogios do sexo masculino.
Sei que não se pode generalizar, que há montes de gordinhas montes de felizes como estão. Eu era uma delas até me enganarem e me fazerem mudar. Senão ainda hoje seria cheiinha(da maneira que gosto de porcarias)! O que eu quero dizer é que é possivel, sem desesperos(eu estive dois anos e tal no vai não vai), sem loucuras. A cometer os nossos pecados(porque senao também ficamos deprimidas e insuportaveis) mas também a trabalhar por nos sentir-mos melhor. E há de facto momentos lindos, como os que eu relatei, em que nos sentimos as melhores por o termos conseguido. Temos que ser felizes connosco. Mas se não formos, pode-se mudar. Pode se mesmo:) Com juizo mas com força:)
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Cinto de segurança gente...
Já que a Hermione me tirou o tema(estou a brincar:D) vou falar hoje de algo que eu não consigo perceber.
Porque raio sou obrigada a usar cinto de segurança? A sério expliquem-me. Ainda por cima pagar multa de 400 euros?!
Vamos pensar racionalmente, compreendo o não se poder falar ao telemóvel sem auricular, porque isso poderia atrapalhar a condução e criar acidentes e portanto magoar outrem. Percebo todas as outras regras como a distancia de segurança, as velocidades, a cedência de passagem e isso tudo pois mais uma vez, se algo sai errado prejudicamos outrem.
Mas o que é que eu ter ou não o cinto pôs-to pode ou não influenciar na vida ou na condução das outras pessoas?! Não tem sentido! o cinto deve existir? Sim claro, para quem quiser o poder pôr para se proteger. Agora obrigarem-me?! Que estupidez, se eu quero morrer num acidente em que me especto o problema é exclusivamente meu! De mais ninguém! Concordo que se multe aos pais que deixem os seus filhos andarem no carro sem os cintos, mas falando de adultos acho um absurdo. Se eu não quero usar, por ser incomodo, por não gostar ou o que seja, deveria estar ao meu critério, eu é que sofro com as consequências dos meus actos e opções, mais ninguém! Eu uma vez disse Se me apanharem sem cinto e me quiserem multar não pago e vou até às ultimas consequências. É um absurdo.
Não se faria isto, mas acho que era o que essa gente merecia.
Porque raio sou obrigada a usar cinto de segurança? A sério expliquem-me. Ainda por cima pagar multa de 400 euros?!
Vamos pensar racionalmente, compreendo o não se poder falar ao telemóvel sem auricular, porque isso poderia atrapalhar a condução e criar acidentes e portanto magoar outrem. Percebo todas as outras regras como a distancia de segurança, as velocidades, a cedência de passagem e isso tudo pois mais uma vez, se algo sai errado prejudicamos outrem.
Mas o que é que eu ter ou não o cinto pôs-to pode ou não influenciar na vida ou na condução das outras pessoas?! Não tem sentido! o cinto deve existir? Sim claro, para quem quiser o poder pôr para se proteger. Agora obrigarem-me?! Que estupidez, se eu quero morrer num acidente em que me especto o problema é exclusivamente meu! De mais ninguém! Concordo que se multe aos pais que deixem os seus filhos andarem no carro sem os cintos, mas falando de adultos acho um absurdo. Se eu não quero usar, por ser incomodo, por não gostar ou o que seja, deveria estar ao meu critério, eu é que sofro com as consequências dos meus actos e opções, mais ninguém! Eu uma vez disse Se me apanharem sem cinto e me quiserem multar não pago e vou até às ultimas consequências. É um absurdo.
Não se faria isto, mas acho que era o que essa gente merecia.
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