segunda-feira, 16 de julho de 2012

Férias

Eu quero ir de férias, para um hotel espetacular com um pequeno almoço do tamanho deste mundo e do outro. Quero ir para um sitio bem lindo com piscinão e praia e espreguiçadeiras. Eu quero arranjar-me toda depois do jantar, ir para bares e discotecas, acabar-me de dançar e beber muitas caipirinhas e mojitos.

Eu preciso! Já.

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Gosto tanto tanto tanto de meninos neste momento


Que quero um filho. Um menino assim muito fofo. Um menino para eu comprar bolas para ele jogar, para pôr protetor e para dar mimos. Para secar as lágrimas e explicar o mundo uma e outra vez. Para o ver bater com a cabeça e esforçar-me por pensar que errar é aprender. Quero um menino.


Não, não vou fazer um. Mas farei um dia:)

Sabes a vida?

Ela desenvolve-se. Ela rola e rola, surpreende, magoa mas também faz muito feliz. Hoje, mais uma vez, melhor que ontem. Keep on smiling. Porque eu quero, muito, voltar a ser o que era. Aqui ou na Conxinxina(não sei como se escreve)

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Férias dos miúdos e o meu desespero

Eu, atualmente, trabalho num privado. Ora os privados têm uma mania que irrita muito os docentes do mesmo. Qual? Estar abertos todos os dias (à exceção do natal, ano novo, páscoa e mês de agosto) com atividades para os miúdos que não podem ficar em casa ou não têm para onde ir. É o desespero ter que entrar às nove e sair às cinco da tarde e passar horas a inventar o que fazer e a atrofiar. Sim, há atividades a dinamizar mas para tantos docentes elas são poucas. Se tivermos uma hora ocupados, por dia, já é muito.


Começo a dar graças às deusas por terminar a minha missão por aqui já depois de amanhã. Não agurento mais!

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Quando pensamos que já não se vai passar mais nada

Ando desiludida com a vida. A aventura no Algarve está a terminar, vou de férias do trabalho mais cedo e não sei se volto em setembro. Desisti das explicações adiando o sonho, pois a incerteza, quanto ao meu futuro, não me dá alento. Morro de medo de voltar a ter que pedir dinheiro aos meus pais,  na minha ótica isso não se apresenta sequer como uma opção. E, o que me preocupa, não me sai da cabeça que o contexto que partilho em um determinado dito cujo vai terminar. Aliás o término está eminente.

Eu entrarei de férias antes de agosto, ele não. Deixo de ir à escola todos os dias, deixo de o ver todos os dias. E isso está a cansar-me o espírito. Ando a tentar, por tudo, não exagerar, mas está deveras complicado.

Hoje, inicio de noite em terras a sul, tive a brilhante ideia de sair da minha toca no r/c para ir ao correio. Pior, saio de camisa de noite. Reduzida, curta como tudo e sem soutien. De banho acabado de tomar. Na inocência de que não encontraria  ninguém. Eis que senão quando, ao voltar para a toca, ele sai do elevador com a namorada.

Eu só queria um buraco para me meter!!! E para meu desespero, ele ainda se põe a falar comigo, a prender-me ali como alvo dos olhares demoníacos da moça. Ela amanhã envenena-me. Se eu não der mais sinal, já sabem.

domingo, 1 de julho de 2012

Charing with myself...

... algo de que gosto muito e não bebia há semanas. Um copo de vinho verde branco. E uma pizza, porque "até os comemos":D

Depois de Portugal, estou com Nuestros hermanos:P

Parabéns à seleção espanhola:)

fui de camping

e já voltei. Foi lindo, amei. Fomos apenas com dez miúdos mas correu, aos meus olhos, melhor do que se tivéssemos ido os 25 e mais um professor. Foram dez meninos(finalistas de sétimo), o diretor de turma (o pai) e a professora de Espanhol (a mãe). Os miúdos entenderam-se bem, divertiram-se, fizeram asneiras, apanharam escaldões, a mamã andou a chegar creminho bem devagar, jogaram à bola, receberam mimos, foi a loucura.Amei de coração, apeguei-me ainda mais aos miúdos e, pior, senti, de novo, o relógio biológico a chamar-me. Sinceramente eu já não sei se se trata do relógio biológico a chamar ou se se trata de muito carinho que eu tenho dentro de mim e não tenho a quem o dar. Parece piada pensar assim mas é a mais pura e cristalina das verdades. O que eu queria era estar agarrada aos miúdos, passar-lhes a mãe pela cabeça ou pelas caritas, fazer o que eles pediam.. Isto é sentimento cá dentro a gritar para sair. O desespero de causa é: mas a quem? Não há candidatos nem mesmo perspetivas concretas. Sobram-me os alunos.

Na minha reminiscência  dei por mim a concluir que estava na profissão certa, uma vez que não me faltam miúdos a quem dar carinho...

Melhor mesmo só se se tivesse passado algo entre nós(não entre mim e os putos, basta juntar dois mais dois). Ainda assim, parece-me que lhe dei material  q.b. para alimentar as fantasias. lol