quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
terça-feira, 18 de dezembro de 2012
Um dia
vou esquecer o modo como me sentia contigo. Vou esquecer o modo como nos riamos. O modo como olhavas para mim. Um dia vais ser apenas uma lembrança dos dias cinzentos, algo que já não vai fazer falta à minha vida. Um dia não me lembrarei de ti todos os dias, não chorarei de cada vez que me sinto infeliz por te ter perdido quando te tive tão perto. Um dia as músicas mais lamechas não me deixarão com saudades tuas nem com um aperto. Um dia não quererei voltar a casa maioritariamente motivada pelo momento em que te possa ver. Um dia, além de não fazeres parte do meu contexto, também não farás parte dos meus pensamentos diários.
E eu estarei mais leve e mais feliz. Porque a culpa de eu ter andado tão negra e em baixo foi em parte tua. Por não poder continuar ao pé de ti.
E eu só peço, quando esse dia chegar, não voltes à minha vida. Não voltes nunca mais. Porque eu não sou capaz de aguentar perder-te de novo. Porque já percebi que, ainda que só isso faça sentido na minha cabeça, nós não estamos destinados a ficar juntos.
E eu estarei mais leve e mais feliz. Porque a culpa de eu ter andado tão negra e em baixo foi em parte tua. Por não poder continuar ao pé de ti.
E eu só peço, quando esse dia chegar, não voltes à minha vida. Não voltes nunca mais. Porque eu não sou capaz de aguentar perder-te de novo. Porque já percebi que, ainda que só isso faça sentido na minha cabeça, nós não estamos destinados a ficar juntos.
domingo, 9 de dezembro de 2012
Sentimentos
Sinto-me tão perdida. Sinto tanto a falta dele. Sinto-me tão revoltada com esta situação. Sinto que ele é que errou e me falhou.
Mas também sei que ele estava mal e eu sinto que há semanas que lhe ando a falhar. Que não sei se ele está bem, que não sei o que está a sentir. Se está feliz ou não. Porque eu não falo com ele, mas ele também não fala comigo. E eu dava tudo, tudo, para voltar a agosto. Para fazer alguma coisa quando tive oportunidade. Para tomá-lo para mim quando ele baixou a guarda.
Ou então dava tudo para ele nunca ter voltado à minha vida porque só estragou tudo e eu estou, mais uma vez, perdida da minha vida.
Mas também sei que ele estava mal e eu sinto que há semanas que lhe ando a falhar. Que não sei se ele está bem, que não sei o que está a sentir. Se está feliz ou não. Porque eu não falo com ele, mas ele também não fala comigo. E eu dava tudo, tudo, para voltar a agosto. Para fazer alguma coisa quando tive oportunidade. Para tomá-lo para mim quando ele baixou a guarda.
Ou então dava tudo para ele nunca ter voltado à minha vida porque só estragou tudo e eu estou, mais uma vez, perdida da minha vida.
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
Oh tempo, volta para trás...
Quando penso que boicotei todo o meu verão em prol dele, só me apetece atirar-me de uma ponte. Ou então ir ao encontro dele e espancá-lo. É que eu pergunto, what´s the point? Por quê?
Anyway, ando melhor agora. O amor que eu lhe tenho, porque é isso que eu sinto por ele, sempre foi e será até que alguém entre na minha vida do mesmo modo que ele o fez, quando a distancia e a falta de contacto é muita, arrefece. Entra como que numa gruta ou num buraco e eu não sei dele durante todo o tempo que ele não faz parte da minha vida. É como se algo despertasse em mim quando o vejo. Como uma erupção, incontrolável. E como fico depois? Mal, mal durante muito tempo.
Então estou em fase de decisões, preparo-me para, dentro de duas semanas, ir de férias para a minha cidade. Vai organizar-se um jantar para juntar o pessoal. Decisão a tomar: vou ou não? Estou disposta a enfrentar dias de mal estar só para o ver e mostrar-lhe o quanto estou lixada com ele? Ou vou simplesmente não me sujeitar de novo a isso e continuar bem, como tenho estado?
Cheira-me que vou pela segunda.
Anyway, ando melhor agora. O amor que eu lhe tenho, porque é isso que eu sinto por ele, sempre foi e será até que alguém entre na minha vida do mesmo modo que ele o fez, quando a distancia e a falta de contacto é muita, arrefece. Entra como que numa gruta ou num buraco e eu não sei dele durante todo o tempo que ele não faz parte da minha vida. É como se algo despertasse em mim quando o vejo. Como uma erupção, incontrolável. E como fico depois? Mal, mal durante muito tempo.
Então estou em fase de decisões, preparo-me para, dentro de duas semanas, ir de férias para a minha cidade. Vai organizar-se um jantar para juntar o pessoal. Decisão a tomar: vou ou não? Estou disposta a enfrentar dias de mal estar só para o ver e mostrar-lhe o quanto estou lixada com ele? Ou vou simplesmente não me sujeitar de novo a isso e continuar bem, como tenho estado?
Cheira-me que vou pela segunda.
terça-feira, 27 de novembro de 2012
Hoje vi que estava magoada. A sério
Quando a pessoa que costumávamos desejar ardentemente que viesse ao nosso encontro vem e não sentimos nada e ainda nos sai um "Vai te foder" para o ecrã do computador, significa que estamos, de facto, magoadas. Impassividade. Até quando me beneficias com a tua influência?
domingo, 25 de novembro de 2012
Eu sou a pessoa mais sortuda do mundo! not
Quando eu penso que, aleluia aleluia, vai aparecer alguém na minha vida para me atirar para fora deste filme deprimente em que tenho vivido, eis que o dito salvador está mais numa de comer a minha colega de casa(ou ela a ele, fica a questão. mulheres em erasmus, medo). Fala comigo, demonstra interesse e quando dou por ela está a falar com ela a todo o vapor. Porra, deuses, qual é a vossa cena comigo?! Será que a lei de Murphy não tem mais a quem perseguir?! Cansei!!
terça-feira, 20 de novembro de 2012
Tudo o que vai além da dieta...
é-me difícil de levar a bom porto. E entenda-se com isto deixar crescer as unhas. Eu não consigo fazer as duas coisas ao mesmo tempo, ou pelo menos consigo até chegar a épocas de avaliações e aí, sem que eu dê por isso, já as roí até ao sabugo.
Ainda assim, vou tentar deixá-las crescer, pela enésima vez, e tentar trocar as voltas ao destino roedor, meter-me numa manicure (nem que ponha a merda do gelinho!) de modo a até me sentir mal em pensar em levar os dedos à boca!
Ainda assim, vou tentar deixá-las crescer, pela enésima vez, e tentar trocar as voltas ao destino roedor, meter-me numa manicure (nem que ponha a merda do gelinho!) de modo a até me sentir mal em pensar em levar os dedos à boca!
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