Missão quase cumprida. Da minha secundária ainda não tenho certezas, entreguei um requerimento, agora é esperar. A explicação foi dada com tranquilidade e também se trabalhou bem com os miúdos. Fui também ao ginásio (yessss fiz algo de muito útil que nem fazia parte da lista) e descobri que praticarão uns preços muito bons para que eu volte a ter flexibilidade, no mínimo.
Por outro lado o banco e a biblioteca foram arrumados para canto. lol E hoje também não será dia para eles, a noitada de miúdas foi longa e hoje limitar -me-ei a fazer o meu trabalho pelos centros.
A espera por uma colocação milagrosa continua. It is almost hopeless...
p.s. Também comecei a pagar a carrinha :D Falta menos do que faltava...
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
Lista de afazeres amanhã
*Ir à minha antiga secundária para pedir para assistir às aulas de Matemática A.
*Dar explicação a uma menina.
*Trabalhar com os meus miúdos dos centros.
* Ir à biblioteca municipal desencantar um livro.
*Ir ao banco.
*Começar a pagar a minha carrinha.
E, ao final da tarde, apanhar boleia com uma das minhas melhores amigas e ir jantar e desfrutar de noitada de miúdas. Todas as que se juntaram na universidade. Todas as que se encontram desempregadas. :P
*Dar explicação a uma menina.
*Trabalhar com os meus miúdos dos centros.
* Ir à biblioteca municipal desencantar um livro.
*Ir ao banco.
*Começar a pagar a minha carrinha.
E, ao final da tarde, apanhar boleia com uma das minhas melhores amigas e ir jantar e desfrutar de noitada de miúdas. Todas as que se juntaram na universidade. Todas as que se encontram desempregadas. :P
Entretantos
Enquanto que estou nesta espera, que se calhar nunca terminará, vou pensando na minha vida... Porque isto de estar desempregada, com deadline no subsídio, está a deixar-me doente.
Estive a pensar no que poderia fazer. Podia arranjar um trabalho numa loja ou café, só que isso tem dois problemas. O primeiro, ganha-se muito mal, nunca mais saio de casa; Segundo, vou empancar no tempo, com um canudo no bolso... E isso eu não quero porque ainda sou muito nova e sinto que posso aprender
.
Assim sendo pensei em ir estudar, para o ano,uma vez que agora não dá, mas para uma área diferente da minha.
Para isso terei que ir a exames nacionais, de novo... Tenho umas coisas meias doidas em mente, mas amanhã saberei as minhas possibilidades...
Estive a pensar no que poderia fazer. Podia arranjar um trabalho numa loja ou café, só que isso tem dois problemas. O primeiro, ganha-se muito mal, nunca mais saio de casa; Segundo, vou empancar no tempo, com um canudo no bolso... E isso eu não quero porque ainda sou muito nova e sinto que posso aprender
.
Assim sendo pensei em ir estudar, para o ano,uma vez que agora não dá, mas para uma área diferente da minha.
Para isso terei que ir a exames nacionais, de novo... Tenho umas coisas meias doidas em mente, mas amanhã saberei as minhas possibilidades...
sexta-feira, 27 de setembro de 2013
Rumos
Ando perdida. Preciso de um sinal divino, de uma saída. De uma ideia que, ainda que me faça suar, me faça olhar para ela como uma ligação a um futuro bom. E que não se entenda "futuro bom" por um futuro em que sou milionária, mas sim que se entenda um futuro com trabalho, que puxe por mim mas que, ao final do mês, faça com que eu sorria porque estou a conseguir alcançar os meus objetivos.
Neste momento nada puxa por mim. Não sei que rumo tomar. Não tenho emprego nem perspectivas. Nessa espera infinita.
Neste momento nada puxa por mim. Não sei que rumo tomar. Não tenho emprego nem perspectivas. Nessa espera infinita.
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
Eu falo à TAXI...
Sim, à taxi. Não tomou rumo nenhum. Não só não fui renovada como não consegui colocação. Agora estou a meio de setembro, a rezar para arranjar um horário... Estou bem, mas isto, por vezes, atrofia-me a alma. Estou a precisar voltar a sair de casa, tenho saudades de morar sozinha. Fazer as minhas coisas, a minha comida, ter o meu espaço.
Pior, estou a precisar de estar com o meu namorado! Não o vejo há quase um mês. Eu nunca tive um relacionamento à distancia (... bem na verdade eu nunca tive nenhum) e esta distancia forçada já me começa a fazer mal. Sinto-me mais irritadiça, mais apática, momento sim , momento não. Mais volátil. O que não é bom e ainda menos quando estamos em casa a título temporário...
A verdade é que uma pessoa, passando o ano todo fora, de certo modo desabitua-se da convivência "social familiar", mais propriamente das típicas discussões e quezílias. Não porque elas não existam no resto do ano mas simplesmente porque agora passamos a assistir-lhes.
Tudo se resolve. Respira, Bafejada, deixa o oxigénio chegar ao cérebro.
Pior, estou a precisar de estar com o meu namorado! Não o vejo há quase um mês. Eu nunca tive um relacionamento à distancia (... bem na verdade eu nunca tive nenhum) e esta distancia forçada já me começa a fazer mal. Sinto-me mais irritadiça, mais apática, momento sim , momento não. Mais volátil. O que não é bom e ainda menos quando estamos em casa a título temporário...
A verdade é que uma pessoa, passando o ano todo fora, de certo modo desabitua-se da convivência "social familiar", mais propriamente das típicas discussões e quezílias. Não porque elas não existam no resto do ano mas simplesmente porque agora passamos a assistir-lhes.
Tudo se resolve. Respira, Bafejada, deixa o oxigénio chegar ao cérebro.
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
E, em vinte minutos, a vida toma um rumo.
Sou uma privilegiada. A esta hora era suposto que estivesse, tal como todos os meus colegas contratados, a hiperventilar, na ânsia de conhecer as benditas listas. As listas que ditam quem tem emprego e quem não tem e, quem o tem, para que quinto vai ser enviado.
Mas ontem, de um momento para o outro, a minha escola anterior entrou em contacto comigo para renovar o contrato. Assim, e em cinco minutos, descubro que não vou para o desemprego, que vou de novo para o pé do meu bebé, e que vou de novo para a escola que tanto gostei, dar aulas aos miúdos que tanto me enterneceram.
Fiquei feliz mas, acima de tudo, aliviada. O que fazem aos professores, nestas alturas, é de um desrespeito sem limites.
Obrigada... Muito, muito obrigada.
Mas ontem, de um momento para o outro, a minha escola anterior entrou em contacto comigo para renovar o contrato. Assim, e em cinco minutos, descubro que não vou para o desemprego, que vou de novo para o pé do meu bebé, e que vou de novo para a escola que tanto gostei, dar aulas aos miúdos que tanto me enterneceram.
Fiquei feliz mas, acima de tudo, aliviada. O que fazem aos professores, nestas alturas, é de um desrespeito sem limites.
Obrigada... Muito, muito obrigada.
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