sexta-feira, 4 de abril de 2014

Mine:)

E não, esta não sou eu... Mango Spring 2014

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Quando se trabalha em centros de estudos...

... sabe-se que nos dias que antecedem as férias os miúdos ou faltam ou vêm sem vontade nenhuma de trabalhar... Mas também, como raio os ponho a estudar depois de três semanas de testes até à testa? Ainda mais em véspera de férias? Não consigo. Viva a televisão.

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Tristeza... Estou a ficar velha.

Todos os blogs que eu seguia há uns anos foram fechados ou removidos... Magoei:(

1Q84. A trilogia com o final mais dececionante da história

Gosto de trilogias. Gosto da sensação de terminar um livro que me estava a dar gozo e querer ir a correr comprar o seguinte, só para saber o que se vai passar a seguir. Gosto do génio dos autores que conseguem sempre deixar o leitor em suspenso no final de um dos livros, com sede de mais e não terem o seguinte à mão de semear. Isto aconteceu-me nas duas triologias que li antes desta, 50 Sombras de Grey e Millenium.
Quando comecei o primeiro livro desta trilogia ia sem grandes expectativas. O facto de saber de antemão que se tratava de uma história com fantasia e mundos paralelos deixava-me um pouco sem pica para ler, o que é de estranhar um vez que fui fã acérrima de toda a coleção Harry Potter. Mas deixei-me de histórias e desculpas e lancei-me nele.
Foi uma boa surpresa, a leitura fluía naturalmente e agradou-me muito, mesmo estando por demais recheado de descrições, que é coisa que sempre me cansou um bocado. Passei com facilidade para o segundo e para o terceiro ainda que fosse uma leitura lenta, nunca foi uma história que me prendesse mesmo a pingar de sono. A história era interessante porque deixava constantemente perguntas no ar quanto ao referido mundo paralelo. E no fundo era isso que me fazia não deixar os livros, a busca incessante por respostas às mil perguntas que apareciam a cada capítulo.
E que final é que me dão? Um final roto, completamente previsível, melado e nem sequer uma mísera resposta para qualquer uma das perguntas que deixaram no ar. O mistério tem piada, e vende, mas tem que ser desvendado no final! Tem que se explicar coisas! A imaginação tem piada mas tem que se explicar determinadas situações. As minhas expectativas foram completamente defraudadas, estava a dez páginas do final do livro e já estava zangada porque sabia que nunca iria saber o que queria até ao derradeiro final.
Conclusão, entretém mas não nos podemos entregar... Ficamos com um sabor amargo na boca.

quinta-feira, 27 de março de 2014

domingo, 23 de março de 2014

Cadeiras quentes e afins

Eu sou parva. Sou parva porque ontem me meti numa espécie de cadeira quente, mesmo sabendo de antemão que não gosto dessas coisas. Basicamente estávamos três amigas em que cada uma dizia o que tinha a dizer de negativo a cada uma. Eu não disse nada de especial mas o que ouvi não gostei. Não gostei de me ter apercebido que elas já haviam falado entre elas sobre o que tinham a me dizer. Não gostei que criticassem, ainda que de forma escondida, o facto de eu continuar com o meu namoro, ainda que quase à distância. Não gostei do que me disseram sobre a minha suposta postura profissional. Achei que falaram de coisas que nada tinham que ver com a nossa amizade mas sim eram críticas cujo conteúdo em nada as beneficiava ou prejudicava. Não gostei daquele café, mas a culpa foi minha. Se me recusasse não teria ficado com amargo de boca.

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Podem ver que é bom :) #1

Aqui há umas semanas deu-me para ver o primeiro filme da saga Os Jogos da Fome. Não porque achasse que o filme seria espetacular (porque isso só penso quando sai um novo filme do Zack Efron, que bem pode ser uma treta que basta-me a figura dele para limpar as vistas) mas sim porque, como deu no Natal na tv, ele estava gravado na meobox. Assim sendo, e como vejo o raio dos filmes quase todos na net (shame on me) sem legendas (muito útil para treinar o inglês), aproveitei para ver um filminho em ecrã plano, maravilhoso e grande, e com as maravilhosas legendas.
Se gostei? Adorei. Achei uma história diferente, principalmente, num argumento que não consigo comprar a nenhum outro. Foge completamente ao que se costuma ver. Depois foi um tirinho para ver o segundo, desta feita de uma forma mais "tradicional" (aka no pc mini, sem legendas). Adorei igualmente.
 Qual o grande fascínio que me prende às triologias? A capacidade que os autores têm de deixar o pessoal em suspenso e morto por ir a correr às livrarias comprar o seguinte. Eu adoro terminar um livro mortinha por começar o seguinte. Come
cei a tomar-lhe o gosto quando lia Harry Potter (sim, eu era das que, à meia noite, estava à porta da Bertrand para comprar o livro) e agora é sempre a somar. Caminho para a terceira trilogia lida (depois de 50 Sombras de Grey e Coleção Milenium), 1Q84, Murakami, mas esta triologia cinematográfica está a cair-me igualmente no goto:)