sábado, 5 de abril de 2014
Tal como nos livros do Murakami, há sempre muitas perguntas que ficam sem resposta com este governa.
Por que é que vender a coleção de Miró ao angolano não é uma opção viável? Acaso não se arrecadará muito dinheiro? Acaso não poderemos ver Portugal a tirar usufruto das obras durante 50 anos? Não se agradaria a Gregos e Troianos? Não entendo.
sexta-feira, 4 de abril de 2014
quinta-feira, 3 de abril de 2014
Quando se trabalha em centros de estudos...
... sabe-se que nos dias que antecedem as férias os miúdos ou faltam ou vêm sem vontade nenhuma de trabalhar... Mas também, como raio os ponho a estudar depois de três semanas de testes até à testa? Ainda mais em véspera de férias? Não consigo. Viva a televisão.
quarta-feira, 2 de abril de 2014
Tristeza... Estou a ficar velha.
Todos os blogs que eu seguia há uns anos foram fechados ou removidos... Magoei:(
1Q84. A trilogia com o final mais dececionante da história
Gosto de trilogias. Gosto da sensação de terminar um livro que me estava a dar gozo e querer ir a correr comprar o seguinte, só para saber o que se vai passar a seguir. Gosto do génio dos autores que conseguem sempre deixar o leitor em suspenso no final de um dos livros, com sede de mais e não terem o seguinte à mão de semear. Isto aconteceu-me nas duas triologias que li antes desta, 50 Sombras de Grey e Millenium.
Quando comecei o primeiro livro desta trilogia ia sem grandes expectativas. O facto de saber de antemão que se tratava de uma história com fantasia e mundos paralelos deixava-me um pouco sem pica para ler, o que é de estranhar um vez que fui fã acérrima de toda a coleção Harry Potter. Mas deixei-me de histórias e desculpas e lancei-me nele.
Foi uma boa surpresa, a leitura fluía naturalmente e agradou-me muito, mesmo estando por demais recheado de descrições, que é coisa que sempre me cansou um bocado. Passei com facilidade para o segundo e para o terceiro ainda que fosse uma leitura lenta, nunca foi uma história que me prendesse mesmo a pingar de sono. A história era interessante porque deixava constantemente perguntas no ar quanto ao referido mundo paralelo. E no fundo era isso que me fazia não deixar os livros, a busca incessante por respostas às mil perguntas que apareciam a cada capítulo.
E que final é que me dão? Um final roto, completamente previsível, melado e nem sequer uma mísera resposta para qualquer uma das perguntas que deixaram no ar. O mistério tem piada, e vende, mas tem que ser desvendado no final! Tem que se explicar coisas! A imaginação tem piada mas tem que se explicar determinadas situações. As minhas expectativas foram completamente defraudadas, estava a dez páginas do final do livro e já estava zangada porque sabia que nunca iria saber o que queria até ao derradeiro final.
Conclusão, entretém mas não nos podemos entregar... Ficamos com um sabor amargo na boca.
Quando comecei o primeiro livro desta trilogia ia sem grandes expectativas. O facto de saber de antemão que se tratava de uma história com fantasia e mundos paralelos deixava-me um pouco sem pica para ler, o que é de estranhar um vez que fui fã acérrima de toda a coleção Harry Potter. Mas deixei-me de histórias e desculpas e lancei-me nele.
Foi uma boa surpresa, a leitura fluía naturalmente e agradou-me muito, mesmo estando por demais recheado de descrições, que é coisa que sempre me cansou um bocado. Passei com facilidade para o segundo e para o terceiro ainda que fosse uma leitura lenta, nunca foi uma história que me prendesse mesmo a pingar de sono. A história era interessante porque deixava constantemente perguntas no ar quanto ao referido mundo paralelo. E no fundo era isso que me fazia não deixar os livros, a busca incessante por respostas às mil perguntas que apareciam a cada capítulo.
E que final é que me dão? Um final roto, completamente previsível, melado e nem sequer uma mísera resposta para qualquer uma das perguntas que deixaram no ar. O mistério tem piada, e vende, mas tem que ser desvendado no final! Tem que se explicar coisas! A imaginação tem piada mas tem que se explicar determinadas situações. As minhas expectativas foram completamente defraudadas, estava a dez páginas do final do livro e já estava zangada porque sabia que nunca iria saber o que queria até ao derradeiro final.
Conclusão, entretém mas não nos podemos entregar... Ficamos com um sabor amargo na boca.
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