terça-feira, 24 de junho de 2014

Leituras

Blogs. Textos de blogs que não conhecia. Mensagens que parecem vir do além. Por vezes encontro textos do nada que me põem a pensar e relativizar a minha vida. Isto porque esses textos trazem até mim pedaços muito pesados do passado, passado que, de quando em vez, cruza o meu presente. E quando leio esse tipo de textos tenho medo. Penso em como seria se o passado voltasse. Como ficaria o meu presente.  Como agiria eu, o que faria. Por esta razão cada vez mais penso que devo evitar determinadas situações. Vetar o cruzamento do passado na minha vida. Mas isso não é errado? 
Eu sou feliz. Como estou, com quem estou. Será que só penso, por vezes, assim pelo facto do passado ter marcado como marcou? Por ter andado tantos anos de roda de uma determinada situação?... Dói-me a cabeça...

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Fim de semana algarvio

Voltei ao Algarve, este fim de semana, para estar com o meu moço. Estive pouco tempo com ele, uma vez que ele trabalhava, mas valeu a pena. É complicado manter uma relação com tantos km pelo meio mas sou muito feliz quando estou cem ele. Além de tudo isto, esteve um tempo fantástico por aquelas terras. Sol, mar, bares, jantares e passeio... Brutal :)
O mau da história? Vir com a ryanair as seis e meia da manhã... Ainda não sei como vou trabalhar hoje...

quinta-feira, 24 de abril de 2014

E quando acontece algo mesmo mau...

E nós procuramos o botão rewind para não fazer a mesma merda? Aí mãe...

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Amor, a causa de todos os males?

No outro dia dei por mim a analisar aquela velha máxima de que o amor salva e de que se todos deixássemos esse sentimento fluir na nossa vida, mais vezes do que sentimentos como o rancor, ódio e afins, a convivência neste mundo seria mais pacífica.
É verdade que se amarmos as coisas ficam mais simples. Somos mais condescendentes, mais solidários, mais compreensivos. Nos sentimos melhor e quando estamos bem dificilmente nos tiram desse elemento. Mas dentro desta premissa há toda a questão do grau.
Há quem diga que o amor não é quantificável, que não se ama mais ou menos, que não é comparável. Eu concordo que não posso comparar a forma de eu amar algo com a forma como outra pessoa o faz, mas também considero que, quando falamos de amor, não nos podemos limitar ao amor entre seres humanos e aí entra a intensidade de uma forma mais patente. A ver se me explico.
Nós amamos a nossa família. Amamos os nossos amigos e os nossos pares. Mas também amamos as nossas coisas, as nossas opções, os contextos em que escolhemos viver. Isto é, há um sentimento intenso pelo que nos rodeia quando esse meio envolvente nos faz felizes. Não sei se o sentimento por tudo o que referi é amor, mas é algo que prende as pessoas de um modo que elas não consideram que esteja errado. Eu posso amar o meu par mas também posso amar a minha religião, o meu país, o meu partido político, uma determinada causa. E é quando paramos para analisar este ponto que eu penso que hajam graus que o amor possa assumir e que no fundo causará o mal. Vejamos, não é por amor a uma religião que se fazem e fizeram "guerras santas"? Não é por um sentimento muito grande de apego que temos dificuldades em aceitar quem é diferente de nós no que diz respeito a escolhas? Não é por um amor obsessivo que depois nos deparamos com finais horríveis? 
No final de pensar em tudo isto, concluí que tem que haver uma diferença entre o amor em que todos acreditam e o sentimento que obsessiona as pessoas em relação a algo. Porque essa obsessão começou no amor mas ultrapassou determinada linha. Mas, onde se encontra essa linha? Até que ponto é amor?

Não tenho mesmo que fazer em determinados momentos...

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Uma manhã fabulosa...

... de novo no registo. Desta feita para ir buscar o CV. Sistema de senhas avariado, mil pessoas e para terminar em beleza pareço uma zombie na fotografia. Salve-se o cafezinho agora para relaxar e um livro. Bom dia :)

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Ginásio... Essa palavra que a mim não me sugere nada de bom

Ante ontem retomei o ginásio. Depois de duas semanas de desculpas, umas esfarrapadíssimas e outras legítimas, lá ganhei força e fui lá. Uma hora foi o suficiente para me lembrar de novo de que eu não gosto de ginásio. Não gosto! Irrita-me. Irrita-me os minutos que não passam, o suor, as máquinas, as dores, tudo! Mas pensei que aquela energia que me levou nesse dia se manteria, pelo menos por esta semana.
Enganei-me redondamente. Hoje era dia de voltar e, além de ainda estar no meu trabalho (é uma das minhas boas desculpas, porque detesto ir para o ginásio perto da hora de ir dormir), estou com uma vontade para lá de nula. Pior, não tenho vontade para ir emagrecer e estou com uma fome desgraçada! Matava agora por uns petiscos e um copo de vinho... Ou por um cheese... Ou por uma tosta de atum... Na verdade, matava até por umas míseras bolachas de água e sal. Dios mío...

E hoje?

Ora bem, duas horas no registo e 15 euros(roubooooo) para renovar o cartão do cidadão (foto para la de horrível, quanto mais se tenta pior sai) e 25 euros de multa por me atrasar dois dias(!!!) no pagamento do IUC... Matem-me agora... ladrões!!!!!!