Sim, porque deixaste que Ele viesse. Deixaste que fosse possível algo que, aos meus olhos, era impossível. E agora, a dias de se ser o que está para ser, vetas a possibilidade. Quão cruel és tu afinal? Creio que o teu divertimento perante a minha situação é enorme.
Mas este não é o único caso em que se verifica. Quiseste que eu quisesse quem não me era permitido aos olhos dos meus próprios valores. Entretanto puseste esse alguém tão perto quanto eu, em casos vários na minha vida, afasto quem o ousa. Fazes a minha cabeça fixar-se em determinado contexto para depois, mais uma vez de uma forma a roçar o sadismo, me demonstrares que não é caminho, não tem viabilidade e que, a posteriori, se tornaria na maior dor de cabeça que eu jamais poderia adotar.
Que me queres destino? Não achas que comigo já brincaste o suficiente?
sexta-feira, 25 de maio de 2012
domingo, 20 de maio de 2012
sábado, 19 de maio de 2012
Já comi " A morte de Ivan Ilitch"
Um livro, no mínimo, intenso. Diria mesmo pesado. Até meio do livro não se dá pelo que de facto irá acontecer e a verdade é que acabamos obscuramente seduzidos pela riqueza de pormenor com que autor retrata todo o processo de morte e por tudo o que passará na cabeça de quem a vive na primeira pessoa.
É um livro bem pequenino, lê-se em pouco tempo, direi mesmo umas duas horas, se tanto. Depende se ficamos presos a ele ou não.
Não é, definitivamente, livro para todos os gostos, nem para todas as cabeças e muito menos para todos os estados de espírito.
É um livro bem pequenino, lê-se em pouco tempo, direi mesmo umas duas horas, se tanto. Depende se ficamos presos a ele ou não.
Não é, definitivamente, livro para todos os gostos, nem para todas as cabeças e muito menos para todos os estados de espírito.
Hoje vou a um baile
De finalistas do quarto ano:) Só mesmo para ver se arranjo free hugs dos meus putos de espanhol do quarto ano:D
Eu devo ser a única professora que vai pelos corredores e se lembra de abraçar algum, que passa a vida a fazer festinhas na cabeça e que para cerca de três quartos de hora, deitada no chão de um pavilhão, a observar(e literalmente a babar) uma aulinha de karaté de rapazinhos de 6 anos...
E não, não é o relógio biológico, é sim lots of love to give.
Eu devo ser a única professora que vai pelos corredores e se lembra de abraçar algum, que passa a vida a fazer festinhas na cabeça e que para cerca de três quartos de hora, deitada no chão de um pavilhão, a observar(e literalmente a babar) uma aulinha de karaté de rapazinhos de 6 anos...
E não, não é o relógio biológico, é sim lots of love to give.
sexta-feira, 18 de maio de 2012
32 graus? Sim, durante a semana, quando eu estou refém de um colégio
E quando chega o fim de semana? 22 graus, só para não te sentires desconfortável com o calor... Raaaaaaaaaaaaaiva..
Brincar com o fogo é algo que se assemelha muito interessante à minha pessoa, mesmo que essa mesma minha pessoa tenha plena consciência que pode dar para o torto.
Amanhã preparo-me, mais uma vez, para brincar com o fogo. Fogo esse regado a álcool. Se eu paro para pensar? Sim. Paro para pensar que não é boa ideia. Que o contexto não mudou e que só estou a inventar pretextos e a criar contextos encaixados na verdadeira narrativa.
E como vai acabar? Provavelmente em nada. Mas quando brincamos com o fogo, já sabemos que nos estamos a pôr a jeito.
Amanhã preparo-me, mais uma vez, para brincar com o fogo. Fogo esse regado a álcool. Se eu paro para pensar? Sim. Paro para pensar que não é boa ideia. Que o contexto não mudou e que só estou a inventar pretextos e a criar contextos encaixados na verdadeira narrativa.
E como vai acabar? Provavelmente em nada. Mas quando brincamos com o fogo, já sabemos que nos estamos a pôr a jeito.
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