quinta-feira, 26 de julho de 2012
Férias... Essa cena que ainda está bué bué longe
As férias trazem, pelo menos para mim, nos últimos anos, um misto de expectativa, de angustia e de alívio. E isto porquê? Porque, apesar de pedir a todos os santos e mais alguns para que elas cheguem e me libertem das correntes do dia a dia, eu nunca sei muito bem o que nelas se vai passar. Vou sair? Vou para fora do país? Da cidade? Vou com quem? E há dinheiro? E Agora, tenho dois convites para férias, com quem vou? Sim porque não há dinheiro para ir com toda a gente! E, invariavelmente, o mês de agosto passa e tu ficas "oi? Já?! Mas eu ainda não fiz nada de jeito!!"
As férias do ano passado foram, possivelmente, as mais fraquinhas e chatinhas dos últimos anos. Havia meia dúzia de trocos mas não havia hipótese de os gastar porque em setembro ia precisar deles para a despesa imensa que seria vir morar para o Algarve. Só haviam uns trocos porque o acidente que eu tive fez com que eu canalizasse dois ordenados de centros de estudos em prol da compra do meu novo (novo, lol boa piada) bólide. E fui uma semana de férias para o Algarve com o objetivo de encontrar casa para setembro e com um enorme amargo de boca porque, uma vez que ia mudar de casa, não queria passar tanto tempo longe de casa no último mês.
Por isso, resta-me pensar, que raio se vai passar este ano? Terei carro. Terei dinheiro. Terei o mês livre. Para já, quatro dias de gajas em Espanha. Desejos há muitos. Então com desejos de determinadas companhias ainda mais. Mas deverei, na loucura, criar expectativas? Acho mesmo melhor não. Para já sinto-me só apática... Quero voltar ao que era, já.
As férias do ano passado foram, possivelmente, as mais fraquinhas e chatinhas dos últimos anos. Havia meia dúzia de trocos mas não havia hipótese de os gastar porque em setembro ia precisar deles para a despesa imensa que seria vir morar para o Algarve. Só haviam uns trocos porque o acidente que eu tive fez com que eu canalizasse dois ordenados de centros de estudos em prol da compra do meu novo (novo, lol boa piada) bólide. E fui uma semana de férias para o Algarve com o objetivo de encontrar casa para setembro e com um enorme amargo de boca porque, uma vez que ia mudar de casa, não queria passar tanto tempo longe de casa no último mês.
Por isso, resta-me pensar, que raio se vai passar este ano? Terei carro. Terei dinheiro. Terei o mês livre. Para já, quatro dias de gajas em Espanha. Desejos há muitos. Então com desejos de determinadas companhias ainda mais. Mas deverei, na loucura, criar expectativas? Acho mesmo melhor não. Para já sinto-me só apática... Quero voltar ao que era, já.
quarta-feira, 25 de julho de 2012
Dear lord, please help
Por favor, vida, não me faças acreditar em merdas que, pela enésima vez, não se vão passar.
E POR FAVOR, não me faças, afinal, não querer algo que passei anos a sonhar.
Thank You.
E POR FAVOR, não me faças, afinal, não querer algo que passei anos a sonhar.
Thank You.
quinta-feira, 19 de julho de 2012
Conversas com amigas (é mais conversas entre amigas e eu apenas a ouvir a pensar "WTF??!"
Tem se passado uma situação comigo, nos últimos tempos, que é, de certa forma, nova para mim.
(... algumas horas depois e já com meia garrafa de vinho degustada)
O que se tem passado é que, em momentos em que estou com amigas, e começamos a falar sobre os seus ditos cujos (sim porque eu, para já, não uso disso), dou por mim calada, qual espectadora atenta, sem dar a menor opinião, apenas a absorver incrédula o que elas comentam.
Comentar é uma forma subtil de apelidar o que elas, in veritas, fazem. Elas lavam a roupa suja. O que significa isto? Significa que vão desabafar o que de mal os seu namorados fazem, o agressivos que são com elas em determinados momentos e/ou situações(agressivos na asserção retórica e não física) ou o que sentem (revolta/incapacidade de ação) face às referidas situações.
Ora a minha pessoa, que até tem muito pouca experiência no campo (leia-se sem ponta de ironia ou sarcasmo) fica burra da sua vida e abstém-se de comentar. Abstém-se de comentar porque, ou não tem namorado e por isso pode ouvir um "tu não entendes", ou simplesmente acha que o seu juízo terminará por ser um tanto ou quanto a atirar para o agressivo e que isso pode incitar a comportamentos impetuosos que ela (a minha pessoa) pode não querer carregar em si os resultados(culpa).
Mas a verdade é esta: Para que raio, e juro por tudo que esta pergunta assolou a minha alma com a força de mil trovões, é que uma pessoa tem, afinal, um parceiro?
Todo o meu conceito de amor e convivência sentimental não se encaixa nesta merda!! Supostamente (e é incrível eu já estar com advérbios deste significado) um companheiro é alguém que nos apoia. Uma mais valia muito forte na nossa vida. É algo que é 95 % bom. Claro que todos somos humanos e há desentendimentos. Todos somos diferentes. Mas há alguma razão que faz com que estejamos juntos. Então essa razão, ou conjunto de razões, deveria fazer com esse tal parceiro fosse o que eu afirmo que deve ser. Para que preciso eu de um namorado se não for para isto? Para ser isto para mim e eu ser isto para ele? Para não dizer que estou sozinha? Para a foda? Porra! Não! Eu recuso-me.
Quando penso no que me falam, de serem agressivos com elas, de as mandarem calar com superioridade, de as rebaixarem e até humilharem quando lhes faltam argumentos, de suspeitarem da integridade e fidelidade delas sem a mais pequena razão válida, eu pergunto-me se é essa treta que eu quero pôr na minha vida em local de destaque! Se é esse tipo de ser que eu quero que seja o centro do meu mundo. Não. Um enorme NÃO cheio de pontos de exclamação(!!!).
E depois, eu pergunto-me (apenas a mim, daí o meu silêncio e encolher de ombros e consequente ferver interior): Por que é que ainda estão com eles, com tanta gente neste mundo? Tudo bem, podem dizer que os amam. Mas eu não conseguiria amar ninguém se ansiasse por um momento em que estou com as minhas amigas para desabafar semelhante coisa. Para me queixar dele. Um namorado ou um esposo não é suposto que seja um problema na nossa vida.
Eu devo perceber mesmo muito pouco disto...
(... algumas horas depois e já com meia garrafa de vinho degustada)
O que se tem passado é que, em momentos em que estou com amigas, e começamos a falar sobre os seus ditos cujos (sim porque eu, para já, não uso disso), dou por mim calada, qual espectadora atenta, sem dar a menor opinião, apenas a absorver incrédula o que elas comentam.
Comentar é uma forma subtil de apelidar o que elas, in veritas, fazem. Elas lavam a roupa suja. O que significa isto? Significa que vão desabafar o que de mal os seu namorados fazem, o agressivos que são com elas em determinados momentos e/ou situações(agressivos na asserção retórica e não física) ou o que sentem (revolta/incapacidade de ação) face às referidas situações.
Ora a minha pessoa, que até tem muito pouca experiência no campo (leia-se sem ponta de ironia ou sarcasmo) fica burra da sua vida e abstém-se de comentar. Abstém-se de comentar porque, ou não tem namorado e por isso pode ouvir um "tu não entendes", ou simplesmente acha que o seu juízo terminará por ser um tanto ou quanto a atirar para o agressivo e que isso pode incitar a comportamentos impetuosos que ela (a minha pessoa) pode não querer carregar em si os resultados(culpa).
Mas a verdade é esta: Para que raio, e juro por tudo que esta pergunta assolou a minha alma com a força de mil trovões, é que uma pessoa tem, afinal, um parceiro?
Todo o meu conceito de amor e convivência sentimental não se encaixa nesta merda!! Supostamente (e é incrível eu já estar com advérbios deste significado) um companheiro é alguém que nos apoia. Uma mais valia muito forte na nossa vida. É algo que é 95 % bom. Claro que todos somos humanos e há desentendimentos. Todos somos diferentes. Mas há alguma razão que faz com que estejamos juntos. Então essa razão, ou conjunto de razões, deveria fazer com esse tal parceiro fosse o que eu afirmo que deve ser. Para que preciso eu de um namorado se não for para isto? Para ser isto para mim e eu ser isto para ele? Para não dizer que estou sozinha? Para a foda? Porra! Não! Eu recuso-me.
Quando penso no que me falam, de serem agressivos com elas, de as mandarem calar com superioridade, de as rebaixarem e até humilharem quando lhes faltam argumentos, de suspeitarem da integridade e fidelidade delas sem a mais pequena razão válida, eu pergunto-me se é essa treta que eu quero pôr na minha vida em local de destaque! Se é esse tipo de ser que eu quero que seja o centro do meu mundo. Não. Um enorme NÃO cheio de pontos de exclamação(!!!).
E depois, eu pergunto-me (apenas a mim, daí o meu silêncio e encolher de ombros e consequente ferver interior): Por que é que ainda estão com eles, com tanta gente neste mundo? Tudo bem, podem dizer que os amam. Mas eu não conseguiria amar ninguém se ansiasse por um momento em que estou com as minhas amigas para desabafar semelhante coisa. Para me queixar dele. Um namorado ou um esposo não é suposto que seja um problema na nossa vida.
Eu devo perceber mesmo muito pouco disto...
quarta-feira, 18 de julho de 2012
segunda-feira, 16 de julho de 2012
Férias
Eu quero ir de férias, para um hotel espetacular com um pequeno almoço do tamanho deste mundo e do outro. Quero ir para um sitio bem lindo com piscinão e praia e espreguiçadeiras. Eu quero arranjar-me toda depois do jantar, ir para bares e discotecas, acabar-me de dançar e beber muitas caipirinhas e mojitos.
Eu preciso! Já.
Eu preciso! Já.
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