By the way, fui, pela primeira vez na minha vida, cortar o cabelo a uma cabeleireira (calma, não sou uma mulher das cavernas, simplesmente a minha mãe era cabeleireira... A modos que tinha uma bem feitora(ou não) em casa.). Tudo isto tem um propósito...
Quando a minha querida mãe, que eu amo mais que tudo (atenção), me cortava o cabelo, minutos depois de ela levantar a tesoura, eu entrava em pranto. Ela dava-me cada "carecada" que era de bradar aos céus injurias, tal era a raiva e frustração que me invadiam. Ah e tal são só as pontas filha... São as pontas o tanas. As pontas, no dicionário da minha mãe, eram pra lá de quatro dedos... E eu que visse o meu belo e brilhante cabelo loiro no chão lá de casa e procurasse, inconscientemente, o botão de rewind, para .... Bom, para fazer exatamente o que ele faz.
Então eu tornei-me numa jovem revoltada (só no que diz respeito a isto, atenção) e decidi tomar as rédeas do meu cabelo. Pegava nos materiais da minha mãe (tesoura de cabeleireira, entenda-se) e tau, cortava eu. Cortava eu as pontas, escadeava o cabelo, fazia franja... Até que, caí em mim (aí há cerca de três dias) e vi que o meu cabelo estava sem corte, todo confuso, pontas desniveladas e a precisar de volume.
E foi assim que hoje fui parar à cabeleireira. Escadeado e alinhado, ficou mais curto mas está decente.
Em dezembro, estou a ponderar cortar acima dos ombros, género Rita Pereira naquela novela chatérrima da TVI.... A ver no que vai dar... E se, ao invés de chorar, me atiro de uma ponte... Ou ao mar, já que estou nos algarves...
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Solteiros, casados, em celibato curto/longo, desesperadamente à procura que comentaram