e ajuntamentos de psicólogos que fazem supostas "análises" aos putos e depois afirmam, com veemência, que um aluno que se limita a ter um pouco mais dificuldades que os demais nas aulas é deficiente mental. Absurdo! Hoje em dia faz-se dinheiro com isto. A tentar detetar por que é que X ou Y aluno não consegue boas notas, por que razão Z não para quieto(invariavelmente o diagnóstico é hiperatividade. Até eu já sou capaz! Muito simples mesmo. Serem crianças e serem agitadas por natureza? Não. É hiperatividade! Toca a encher os putos de comprimidos. E Bum fez-se o chocapic. Ou encontra-se a pólvora. Ou se calhar, não.), por que razão aquela criança não se "dá com as outras como ou outros miúdos"(crianças mais fechadas ou introvertidas? Não. Tem um profundo défice social, comportamentos depressivos, patologia de blá blá blá)... O bebé passa muito tempo deitadinho ou sentadinho? Não está X horas ao colo da mãe?? Então tem que se pôr na fisioterapia!! Bebés que não passam X horas no colinho não ganham força nas costas e precisam de fisioterapia!! De graça? Oh senhores, eu não trabalho para aquecer!
Isto deixa-me possessa. Dantes não existiam metade das analises nem metade das terapias e opiniões e a as crianças não deixaram de crescer de um modo saudável.
Isto só contribui para que elas se sintam constantemente numa redoma e se tornem nuns vidrinhos de cheiro que depois ninguém suporta.
Parem de atrofiar os miúdos! Deiam-lhes atenção, carinho e valor aos pequenos feitos e verão de que material são feitos...
Se em vez de se porem com teorias de que os meninos são coitadinhos e vitimas e mais não sei o quê, e levassem ao invés um bom par de estalos, certamente aumentava o rendimento escolar e dava-se a melhoria no comportamento, sem ser necessário nem psicólogos nem comprimidos, ou seja, a custo zero, que isto tudo cheira-me a grande negócio e não em procurar o interesse da criança em si.
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