domingo, 12 de agosto de 2012

Flirts, conhecimentos e filtros

Ontem à noite uma série de acontecimentos fez-me pensar um pouco no comportamento feminino humano. Em pleno espaço de diversão noturna, deparo-me com um rapaz que me atrai. É giro? Sim. Tem muito estilo/veste-se bem? Mais ou menos. Tudo depende da pessoa que está a avaliar e principalmente do valor que se dá a esse pormenor. A mim isso pareceu-me irrelevante. Quando no final da noite, ao ir embora, ele vem ao meu encontro para me conhecer e me pedir o número, eu dei. Se costumo dar? Na verdade não. Arranjo desculpas, fujo, raramente dou. Desta vez dei. Afinal, eu até lhe achei piada, por que raio uma pessoa não pode dar uma oportunidade para conhecer pessoas novas? Lá dei. O moço foi-se embora e mal vou ter com a minha amiga oiço uma "reprimenda", ah e tal mas por que raio deste o teu número àquele gajo. Para ela o moço era um parolo. Para mim não. Durante alguns segundos cheguei mesmo a sentir-me mal "será que ela tem razão", mas até nem gostei do rótulo que ela pôs e muito menos que afirmasse tão veemente que ele não deveria ter passado no filtro. Mas até que ponto? Até que ponto se está a perder de conhecer pessoas incríveis por razões, muitas vezes, muito pouco válidas?

A ver no que isto vai dar

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Solteiros, casados, em celibato curto/longo, desesperadamente à procura que comentaram