Na queima... Não houve choques.
Pelo menos não o que eu desejava porque de outros, como contra rapazinhos do ISMAI que me acusaram em tom de brincadeira de lhes roubar a patente das três riscas no casaco, ao que eu respondia, olha bem para a data que está nas minhas costas e diz-me lá quem é que roubou a patente a quem(quando ambos a roubamos à Adidas) ou até mesmo contra mocinhos Ex- Morangos com açúcar.
Para minha vergonha fui apanhada exactamente no momento em que apontei para um deles na esperança de mostrar à I. de quem estavamos a falar.
Adiante, senti-me, de novo, um pouco(muito) confusa quanto a que estudantes se referia cada barraca, à excepção da que representava o SPOT do pessoal de medicida S. joanense, TasCONA. É que, a sério, os nomes eram muito imaginativos e tal mas, onde raio estavam as engenharias?! Só localizei a de Erasmus(fui pra lá fingir que era espanhola) e a da FLUP(tive que consumir lá. As letras têm de ter solidariedade umas para com as outras) porque o resto era-me estranho.
Depois foi uma guerra para encontrar uma tenda com house, que por sinal estava nos quintinhos e para acabar a única música que eu queria ouvir, não ouvi. E nem sequer me deixaram, a mim e a G., ir ao palco dar música ao povo... Não se admite.
Ah e que debandada era aquela para apanhar os autocarros? LOL Vou reportar à federação das queimas o prejuizo que aquilo deu!:D
Diverti-me muito... O que mais me lembro da célebre viagem de bus?? CURSO!!!! DICINA! DICINA! DICINA!..........