terça-feira, 8 de novembro de 2011

Os comprimidos para a hiperatividade

Já de há dois anos para cá que tenho alunos que sofrem de hipeatividade. O modo como se "lida" ou "não se lida" com esta doença ou perturbação é medicar os miúdos de manhãzinha e esperar que os ditos comprimidos funcionem até ao final da tarde.
Os problemas instalam-se sempre quando:
a) os pais não conseguem medicar os alunos, ficando a tarefa delegada aos professores... Que podem estar até ao meio dia a tentar;
b) Os alunos não são medicados de todo e as aulas tornam-se num circo.

Eu compreendo a utilidade destes comprimidos, mas faz-me mesmo confusão o modo como eles atuam sobre os miúdos. É litaralmente domar os miúdos... Controlá-los através de quimicos. Tipo calmantes para cavalos.
Os miúdos ficam com um ar mesmo bloqueado, olhos vidrados, meios apáticos... Nota-se bem que estão sob efeitos dos calmantes. Isto custa-me. Custa-me, principalmente, pensar que esta parece ser um doença "da moda"pois, pela ordem de ideias no que diz respeito à saúde, isto sempre existiu. E, no entanto, antigamente não havia "hiperatividade". Havia miúdos mais traquinas que outros ou mais educados e respeitadores que outros... Pergunto-me até que ponto é mesmo necessária a medicação... Parece que lhes arrancamos a jovialidade e a brincadeira, inerentes à idade deles... Como se de uma castração se tratasse.

E faltam....


Três dias!!:)

Odeio avaliações intermédias


Mais uma vez vou para o leito tarde e a más horas... Por causa dos testes dos mafarricos do nono.... Ai mãããeee....
A ver se o poder intelectual amanhã de bafeja devidamente.


Ah não que amanhã tenho que preencher as tabelas.


Mãe, que quero voltar para a Universidade!!

domingo, 6 de novembro de 2011

Ei...


Faltam cinco dias apenas para ir à cidade berço e 12 para ir à minha Lisboa "menina e moça"... Assim o tempo passa mais depressa:)

Ponderação

Considero seriamente ir ver esta senhora... Conheço a música dela desde o início, desde o célebre Pon the replay... Fazendo uma retrospetiva, é uma das cantoras que acompanha meu crescimento desde os meu tempos de Secundária... Era um bom investimento... Isto se ela não cancelar o concerto...

Os testes do nono ano, parte mil

Terminar correções quase às duas é, de facto, arrasador... Sinto-me mais para lá do que para cá e a VH1 ainda tinha que me brindar (ironia pura) com a versão "conas" do Someone like you da Adele... Matem-me agora.

A pior parte dos testes até nem é corrigir em si... É descriptar o que raio escreveram os miúdos nas respostas! E por mais que me esforce, eu consigo ler tudo, menos o que quero. Não vale a pena pedir para terem cuidado com isto... Acho que só quando eu puser três imponentes cruzes nas páginas das folhas de teste, a vermelho, estes putos vão acordar para a vida e aprender que não são médicos!!

Agora faltam 27 testes do sétimo... Sinto-me mesmo feliz!...

sábado, 5 de novembro de 2011

Eu sou levada...

Ia corrigir testes não ia? Não ias?? Pois. Ias! Depois pões-te a ver blogs de moda e afins e "xau aí testes aos montes". Irresponsável!
By the way, fui, pela primeira vez na minha vida, cortar o cabelo a uma cabeleireira (calma, não sou uma mulher das cavernas, simplesmente a minha mãe era cabeleireira... A modos que tinha uma bem feitora(ou não) em casa.). Tudo isto tem um propósito...

Quando a minha querida mãe, que eu amo mais que tudo (atenção), me cortava o cabelo, minutos depois de ela levantar a tesoura, eu entrava em pranto. Ela dava-me cada "carecada" que era de bradar aos céus injurias, tal era a raiva e frustração que me invadiam. Ah e tal são só as pontas filha... São as pontas o tanas. As pontas, no dicionário da minha mãe, eram pra lá de quatro dedos... E eu que visse o meu belo e brilhante cabelo loiro no chão lá de casa e procurasse, inconscientemente, o botão de rewind, para .... Bom, para fazer exatamente o que ele faz.
Então eu tornei-me numa jovem revoltada (só no que diz respeito a isto, atenção) e decidi tomar as rédeas do meu cabelo. Pegava nos materiais da minha mãe (tesoura de cabeleireira, entenda-se) e tau, cortava eu. Cortava eu as pontas, escadeava o cabelo, fazia franja... Até que, caí em mim (aí há cerca de três dias) e vi que o meu cabelo estava sem corte, todo confuso, pontas desniveladas e a precisar de volume.
E foi assim que hoje fui parar à cabeleireira. Escadeado e alinhado, ficou mais curto mas está decente.

Em dezembro, estou a ponderar cortar acima dos ombros, género Rita Pereira naquela novela chatérrima da TVI.... A ver no que vai dar... E se, ao invés de chorar, me atiro de uma ponte... Ou ao mar, já que estou nos algarves...