Só se for a mim própria. Na verdade, há pouca coisa que eu deteste mais que ir ao ginásio. Detesto ter que me levantar cedo e ir suar. Detesto sair do trabalho as sete da tarde... e ir suar. E odeio de morte ter que, durante o fim de semana, me arrastar de qualquer sitio que esteja para ir suar! Tudo me custa no ginásio. Os míseros minutos a correr na passadeira, que nunca mais passam, as marcas que ficam nas minhas mãos dos pesos... E nunca, NUNCA, contar até 20 me custou tanto! Chego a dividir a contagem e contar dez mais dez, só para dar a impressão de que acaba mais depressa.
Se há algo que gosto nesta treta toda? Há. O banho que tomo no fim. Sinto-me rejuvenescida.
terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
domingo, 23 de fevereiro de 2014
Estou com bons pressentimentos
A ver se a semana corre bem. Mais cinco dias e rumo a Portimão ver o meu amor... Estou há três semanas sem o ver, já ando a ficar impertinente. Isto de falar semanas apenas por telefone é desgastante. Não há o atrito de uma conversa cara a cara, não há o impacto de um olhar... Tem que se demonstrar tudo com silêncios prolongados e tons de voz esquisitos o que deixa mau estar e torna-se depois difícil de
resolver. Pelo menos connosco a coisa sempre se resolve... Não sei ficar zangada:)
resolver. Pelo menos connosco a coisa sempre se resolve... Não sei ficar zangada:)
Lembram-se da minha aversão ao gin?
Pelo que vi ontem sou uma minoria... Mas uma minoria meeeeesmo pequena. Sabem que mais? Tudo pelo estilo. Show off!
Carta aberta aos meus pés.
Queridos pés
Eu sei que a nossa relação desde cedo viveu os seus amargos de boca. Ora porque vocês cresciam e eu andava convosco apertados nos sapatos, ora porque vocês decidiam que as unhas iam encravar e eu que passasse as passas do Algarve. Nunca fomos constantemente felizes, mas sempre fomos dando um jeito. Vós sempre tivestes sorte pela dona que tendes... O facto de eu adorar rasos e sapatilhas sempre vos fez muito felizes. Noitadas longas e aqui a totó de sapatilhas, só para vos agradar e ter uma noite espetacular. Cheguei ao cúmulo de arranjar um namorado que é pouco mais alto que eu e me limita o uso de saltos! Quão sortudos fostes vós com a dona que desencantastes?
Pois.
No entanto, vós não sois bons para mim nos momentos que mais preciso de vós. Como foi o caso de ontem à noite. Sabeis bem que há muito que eu não saía. Que até já pensava várias vezes em marcar com amigas, arranjar-me com o mesmo aprumo das adolescentes de hoje em dia e ir curtir até à hora que me apetecesse. E vós, fostes complacentes? Ajudastes-me? Demonstrastes que é possível viver-se em simbiose comigo? Não.
Vós fostes cruéis! Eram duas da manhã e já parecia que alguém me cortava os mindinhos, logo na altura que eu já estava quente e a curtir ene a música!
Não vos perdoo. Não vos perdoo que me tenhais arrastado para fora da discoteca pouco depois das duas e meia, coberta pela vergonha de me vir embora porque me doíam os pés.
Mas, escrevam o que vos digo, isto não ficará assim.
(sim, caros leitores, isto soa a ameaça mas sossegai que eu não posso atentar contra a saúdes dos meus pés... ainda).
Sem cumprimentos nem massagens nem nada,
Bafejada.
Eu sei que a nossa relação desde cedo viveu os seus amargos de boca. Ora porque vocês cresciam e eu andava convosco apertados nos sapatos, ora porque vocês decidiam que as unhas iam encravar e eu que passasse as passas do Algarve. Nunca fomos constantemente felizes, mas sempre fomos dando um jeito. Vós sempre tivestes sorte pela dona que tendes... O facto de eu adorar rasos e sapatilhas sempre vos fez muito felizes. Noitadas longas e aqui a totó de sapatilhas, só para vos agradar e ter uma noite espetacular. Cheguei ao cúmulo de arranjar um namorado que é pouco mais alto que eu e me limita o uso de saltos! Quão sortudos fostes vós com a dona que desencantastes?
Pois.
No entanto, vós não sois bons para mim nos momentos que mais preciso de vós. Como foi o caso de ontem à noite. Sabeis bem que há muito que eu não saía. Que até já pensava várias vezes em marcar com amigas, arranjar-me com o mesmo aprumo das adolescentes de hoje em dia e ir curtir até à hora que me apetecesse. E vós, fostes complacentes? Ajudastes-me? Demonstrastes que é possível viver-se em simbiose comigo? Não.
Vós fostes cruéis! Eram duas da manhã e já parecia que alguém me cortava os mindinhos, logo na altura que eu já estava quente e a curtir ene a música!
Não vos perdoo. Não vos perdoo que me tenhais arrastado para fora da discoteca pouco depois das duas e meia, coberta pela vergonha de me vir embora porque me doíam os pés.
Mas, escrevam o que vos digo, isto não ficará assim.
(sim, caros leitores, isto soa a ameaça mas sossegai que eu não posso atentar contra a saúdes dos meus pés... ainda).
Sem cumprimentos nem massagens nem nada,
Bafejada.
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
domingo, 2 de fevereiro de 2014
Gin. Essa coisa que não presta.
Ontem dei por mim, depois de semanas de espera, a pedir, pela primeira vez, um gin tonico. Fiquei maravilhada com o aspeto dele. Já com o sabor, nem por isso.
Se o gole no seu início até é fresco e agradável, o amargo de boca no final é horrível. Terrível! E é que nem com a chiclete eu conseguia melhorar o sabor na boca.
Escusado será dizer que o raio da bebida, que nas suas qualidades também não incluía o preço atrativo, ficou quase toda, o que no caso do gin torna-se ainda mais ridículo pois aqueles copos são enormes e não dá para disfarçar!
Espero que nenhuma alma me venha dizer que é como o sushi, "primeiro estranha-se, depois entranha-se", porque essa cena também é algo com muita fama que nunca entranhou...
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