Absurdo... Salvem -me do Malamen...
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sexta-feira, 12 de agosto de 2011
As Vacances
Eu nunca, e repito, nunca, vi a minha cidade como vi hoje. Foi o caos! O fim do mundo... Que só não foi em cuecas porque o pessoal não podia, porque dado o calor que estava, cheira-me que vontade não faltou. Eram filas e filas de carros, na sua maioria com matriculas francesas, às voltas no centro nevrálgico do comércio da cidade: Shopping, praça e feira, tudo junto! E eu? Eu tive um momento pouco bafejado e fui meter-me lá no meio! Conclusão: Um hora para sair do parque de estacionamento! Uma maravilha.. Não entendo, esse pessoal não tem feiras em França? Nem praça? Que febre para ir comprar tretas dos chinese people! É que, ainda por cima, os feirantes bem sabem dos emigrantes e da febre deles e aumentam os preços!
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Eu e os meus problemas com a biblioteca da Universidade
Eu tenho um problema. Desde que entrei para a Universidade, há cerca de cinco anos, que pontualmente rumava à biblioteca(em alturas daquele aperto... Agoniante). Era lindo e estimulante, sair daquele edifício com braçadas de livros, a sentir-me uma estudante aplicadinha. Chegava a casa, fazia uso deles e... Esquecia-me da sua existência. Dias após dias.... Até que me caía a ficha e acordava para a vida. Já tinha passado o prazo de entrega há dias! E quanto é que pago por livro, por dia??? 0.50 cent!!! E isto verificou-se umas quatro vezes...
E, para não faltar à praxe, lá estou eu, mais uma vez atrasada nas entregas, nada mais nada menos que 4 dias... 4 livros. Façam as contas...
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Hummm
Oh fim-de-semana difícil. Discussões, zangas, desilusões, choros, mais choros, e eu interessada por um moço com namorada. Rais ma parta, a mim e à minha pontaria!
Dias melhores virão. Têm que vir...
sexta-feira, 22 de julho de 2011
O meu primeiro passeio num reboque
Não por causa do meu carro, mas por causa do do meu pai, hoje tive o meu primeiro passeio num reboque. Não foi emocionante. Emocionante foi deparar-me com os jovens que trabalham na Seat! Simpatia e charme, estive quase quase a pedir para me deixarem ver o arranjo do carro... Mas depois pensei melhor.
Tradução: Estou sem carro porque o emprestei ao meu pai.
Também acho que o destino está a conspirar contra as minhas idas à praia(uma vez que eu pretendia ir hoje), mas deve ser só impressão minha...
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Os afectos...
...São realmente uma coisa lixada. Às vezes penso que seria tudo bem mais simples se não houvessem afectos. Também seria tudo bem mais triste e sem sentido.
Quando vejo casos de pessoas que perdem alguém que amam, e tento perceber o vazio que sentem, sinto-me mal. Sinto frio. Quando penso que isso me pode acontecer, sinto angústia. E sinto que provavelmente não recuperaria com facilidade.
Tudo isto em contexto da Grande Reportagem de hoje à noite na SIC. Custou-me tanto vê-la... Estive sempre com as lágrimas nos olhos. Como se encontra sentido para a vida depois da perda?
Como se acorda de manhã, se lembra do horrível facto, e se vive durante todo o dia? A dor, no peito, deve ser tão grande que só apetece enrolar-nos tipo concha, bem fechadinhos, e chorar. Chorar até doer a garganta. Chorar até adormecer...
domingo, 17 de julho de 2011
As promoções nos supermercados, II
Ora, tal como já foi referido, fazer promoções nos supermercados é bom para se juntar uns trocos, mas é uma seca descomunal. Pior só mesmo se formos parar a um corredor onde quase não passa vivalma. Foi o que me aconteceu. Corredor dos detergentes, oito horas, meia dúzia de clientes.
Mas o que interessa, e o que me leva a escrever, é algo muito mais interessante. Como se faz passar o tempo? Eu elaborei uma lista, para quem tiver curiosidade. Não se riam. O desespero tem destas coisas.
- Andar em bicos de pés(porque faz bem aos glúteos, mas só quando ninguém vê, não espalho segredos desta natureza por dá cá aquela palha).
- Cantar, bem baixinho, quando o corredor está vazio(95% das vezes). As cantorias vão desde Anjos a Ana Carolina, passando pelos irrepreensíveis Excesso.
- Fingir que estou numa aula e dar conteúdos aos alunos(alunos entenda-se detergente da roupa e sabão rosa).
- Fingir que sou uma guia turística e vou apresentando tudo o que há no corredor... Em Espanhol.
- Arrumar os produtos. Todos. Do corredor todo. Incluindo alinhar os referidos sabões.
Sim, é mesmo triste. Devo ter feito mais coisas, mas neste momento não me recordo. Acho que atirei essa informação para a zona do meu cérebro à qual não tenho acesso... Não me lembro da zona.
Babar para não atrofiar.
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Já o meu pai diz, e tem razão.
Ter um carro é como ter uma amante (no meu caso é como ter um amante.. Ou um Chulo! Como preferirem.) É bom tê-lo. Muito bom. Mas vai-se o dinheirinho todo. Como se de um sangue-suga se tratasse. Um parasita. Um Burro, só que ao invés de ser alimentado a Pão-de-ló, é alimentado a Bolo-rei!
Meus ricos trocos! Vou tirar o passe de novo...
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Assim não dá!!
segunda-feira, 11 de julho de 2011
A reter para a próxima vez que fizer um Mestrado:
Fazer Mestrados e trabalhar não é compatível. Por mais que se tente. Por mais que eles organizem as aulas em apenas dois dias por semana. Não dá. Um Mestrado dá mesmo muito trabalho. Para ser bem feito, há muito que fazer, muito que ler, muito que pesquisar, muito que reflectir.
Eu fiz tudo junto. Hoje vi os resultados dessa minha opção. Juro para nunca mais...
sábado, 9 de julho de 2011
Ai...
Ainda não fiquei rica... As Deusas acharam que ainda era pouco para uma pessoa bafejada como eu... A ver.
terça-feira, 28 de junho de 2011
Estou viva
Depois destes cinco dias que mais se assemelharam a um mês, estou viva. O meu poder de pensamento e de reflexão foi sugado por um documento malévolo chamado Portefólio de Estágio.
E mais não digo, por não saber ler nem escrever.
sexta-feira, 24 de junho de 2011
Ser, estar e fazer... E não querer.
Ser uma pessoa que até tem dinheiro mas prepara-se para ficar lisa no final do mês porque vai comprar um carro é algo... Vá.. Chato. Estou prestes a estoirar literalmente perto de mil euros daqui a alguns dias em benefício de ter um veículo próprio que me permita idas ao Pacha e afins. E depois penso, então e férias?! e repondo a mim mesma, férias? Querida tens relatório de estágio para entregar em Outubro, tenho a débil sensação de que vais esquecer o significado dessa palavra...
Então vai daí tomo a decisão supra referida. Mas isto é triste. Eu queria ir de férias. Eu queria torrar ao sol. Eu queria vegetar e deixar o meu cérebro parar de reflectir por uns dias e dar-me ao dolce fare niente. Mas não posso. Graças a este Mestrado, que sou literalmente obrigada a fazer, tenho que ficar enfiadinha em casa ou algures em algum sitio com tomadas(sim porque o Pc não aguenta esta vida) a escrever e a dissertar eternamente sobre as poucas aulas que dei e a fazer referência a imensas pessoas que eram geniais no seu tempo mas que agora algumas das suas teorias são um nadinha desactualizadas.
Posso ir-me embora? Posso congelar a matricula? Posso desistir? Nananinanão.
A sério?
A sério que eu tenho quatro dias de fim-de-semana e não posso divertir-me à grande por causa do estágio? A sério que não pude ver a Hanna Montana porque sentia peso na consciência por não estar a escrever?? Salvem-me! Eu morro!
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