quarta-feira, 6 de julho de 2011

Super Bock Super Rock

Quero mesmo ir mas ando lisinha. Já participei em dois passatempos para ganhar bilhetes. Rais parta! Lisa e cansada...

Eu já não disse que ia fazer isto há cerca de um ano?

Pois, estou de novo de fora dessa comunidade social denominada por Facebook. Desperdício de tempo, de saúde e de beleza foram as razões que me levaram a tal decisão. Mas sinceramente? Esses gajos do Facebook são uns manhosos!! A nossa conta é desactivada mas activa-se do ponto onde estava mal nós entramos com os nossos dados. Não acho bem, é mesmo como quem diz "Podes voltar que vai estar tudo igualzinho... Eu sei que vais voltar...". Não acho bem! Enfraquece os intentos de qualquer alma!
Para já é isto. Blogue, mail e MSN. Até porque tenho muito que estudar.
A verdade? Aquilo nem para engates serve para mim. Eu não aceito desconhecidos, daí também não conheço ninguém por lá, e perder meia vida a ver páginas de quem não devo na sede de informação... É que não faltava mais nada! Cansei.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Babem...

Babem, que eu já estraguei o teclado do meu portátil. Eis um perfeito espécime do género masculino, numa produção simples mas sensual, com uma barba maravilhosa de 4 dias... Haja quem me entenda.
Noah Mills para Calzedónia

O meu melhor amigo

Está longe de mim. Ficar chateada com ele implica não estar com ele no dia seguinte para lhe dar dois murros e ficar tudo bem. Implica que estar chateada com ele se traduz em não lhe responder às mensagens nem o contactar. Significa cortar essa linha transparente por momentos. E apesar de eu saber que é preciso que ele perceba que não tem razão, forçar esta distancia assusta-me e fico com medo que seja irreversível. E tal como eu disse, eu não posso amanhã ir a casa dele e dar-lhe dois murros... Homens.

Os trabalhos temporários

Quem dá uma vista de olhos ao meu currículo profissional fica, com certeza, um tanto ou quanto confuso. Mesmo eu fico confusa! Passo a vida, durante estes últimos três anitos, a passar literalmente de "cavalo para burro" aos olhos de muita gente. Tanto sou Senhora Professora, como me encontram a trabalhar numa loja de acessórios. Tanto a volto a ser Senhora Professora, como me vêem a fazer promoções nos supermercados.
A razão é simples, a vida não é simples, e eu, ao contrário do que muita gente grita, não me enquadro de modo nenhum na geração à rasca. Sim, está difícil arranjar emprego mas quê? Vou ficar sentada em casa a queixar-me e ir para as ruas esperar que alguém me atire um trabalho bom para o colo? Obviamente que não. Faço-me à vida e há mais de dois anos que sou monetariamente independente, para felicidade dos meus pais. Custa? Sim custa. Nada nesta vida é simples ou acessível. Fica um ligeiro e rápido amargo de boca quando vejo os pais dos meus alunos aproximarem-se com a frase "Ah está aqui a trabalhar?", onde se lê nas entrelinhas "coitada vê-se bem que não há trabalho no ensino, blá, blá"? Fica. Mas é efémero. Porque eu sei que quando terminar o Mestrado terei trabalho(a minha área tem). E porque sei que estou a trabalhar por motivos mais do que fortes. E porque uma das minhas máximas é "O trabalho enobrece". Sinto-me especial por arranjar sempre trabalhinhos que me garantem a minha independência enquanto sou jovem. Mil vezes isso a ter que pedir aos pais ou a não fazer nada porque não tenho dinheiro.
E mais, tenho experiência de vida. Dou valor a todos os tipos de trabalho, respeito os seus funcionários porque sei o que custa o dito trabalho e sei o quão nojento é tentar-se ser simpática e afável recebendo das pessoas comportamentos e respostas estúpidas e arrogantes.
Sinto que cresço e que um dia darei mais valor ao meu trabalho pois terei termo de comparação com pessoas que não terão tanta sorte como eu.
O que respondo quando me encontram e me dizem a frase supra referida?
"Sim, tem que ser. Assim não sou um peso para os meus pais."
É remédio santo, mudam logo o tom de voz e o discurso:)

domingo, 3 de julho de 2011

E nesta tarde meia escurinha mas aos meus olhos bem perfeitinha..

... fui meter-me num dos meus locais preferidos para o meu café curtinho com adoçante, com um álbum recém retirado da Internet de Ana Carolina no mp3, e passei uma hora e meia maravilhosa. Adoro a voz dessa senhora. E a versão dela da música Blower´s Daughter? Simplesmente fabulosa. E Deus, como me identifico com essa música. Quem estivesse, na passada hora e meia, um pouquinho atento à moça sozinha naquele local, repararia com facilidade nos olhos marejados de lágrimas:´)

sábado, 2 de julho de 2011

Sabem o que falta à minha cidade?

Nada. Ultrapassava a perfeição apenas se tivesse mar, que é algo que amo e que dava tudo para ver todos os dias.
Hoje passei a manhã a passear-me pela minha cidade. Pelo meu centro Histórico. Pelo Meu meio... Sei que não ficarei aqui para sempre. Mas tenho muito orgulho de ser filha da Cidade Berço.